
Na Carta Maior: Presente em mais de 50 países, o Teatro do Oprimido elevou Augusto Boal ao panteão dos grandes teatrólogos sociais de todos os tempos, eternizando-o ao lado de nomes como Brecht e Stanislawsky.
Carioca de nascença, aos 75 anos, o cidadão do mundo Augusto Boal permanece no Rio de Janeiro irradiando para todo o planeta os germens e frutos de seu maior projeto: o Teatro do Oprimido, um conjunto conceitual de técnicas que transformam o espectador em protagonista do espetáculo, profundamente envolvido com a trama de sua própria existência, mais intensamente com os condicionantes sócio-econômicos de sua situação. Um trabalho libertário que se globaliza não por modismo ou estratégia de bom empreendimento, mas por necessidade de atuar em todos os lugares onde a arte ainda possa significar libertação de amarras da consciência do ser sobre si e sobre sua condição no mundo.
Veja a entrevista: http://cartamaior.uol.com.br/templates/materiaMostrar.cfm?materia_id=12784
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