Brasil na resistência à onda neofascista
Luciano Siqueira
A disputa pela Presidência da
República alcança a reta final em ambiente dramático. Tem valor estratégico
para o subcontinente sul-americano a permanência do Brasil na resistência à
onda neofascista.
Subjacente às atividades de campanha,
nas redes digitais e nas ruas, cuja marca é a agitação em torno de ideias ao
alcance imediato do eleitor comum, importa o desmascaramento da inconsequência retrógrada
da extrema direita.
Em meio ao desgaste das instituições,
a guerra cultural cujas referências fundamentais caminham distante da ideia de
um desenvolvimento socioeconômico inclusivo.
Em meio à insatisfação popular em última
instância decorrente do desengano (ainda que não plenamente consciente) em
relação ao capitalismo dominante essencial exclusivo, a extrema direita prioriza
alvos específicos — como movimentos feministas, pautas LGBTI+, populações
indígenas, imigrantes e a população empobrecida em íntima articulação com agendas
econômicas neoliberais.
Obviamente a ação da extrema direita não
busca a resolução das causas estruturais da desigualdade regional, mas a entrega da economia às forças de mercado
e a manutenção do poder pelo cultivo do
medo e da divisão social.
Vencer as eleições é essencial para o
Brasil e, em perspectiva, para o futuro do subcontinente.
Na reta final detalhes importam https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/09/minha-opiniao_01182604884.html

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