Como nas eleições passadas
Luciano
Siqueira
Mais do
que plausível a suspeita levantada pelo jornalista Luís Nassif, em artigo publicado
no Jornal GGN https://jornalggn.com.br/politica/as-manobras-para-afastar-o-eleitor-de-lula-das-urnas-por-l-nassif/ de que estaria em curso uma
estratégia de guerra híbrida com
o objetivo de desestimular a participação nas urnas.
O
primeiro passo é incutir em parcela expressiva da população uma sensação de
medo e insegurança. Três narrativas centrais estariam sendo veiculadas
simultaneamente: suposta interferência direta dos Estados Unidos nas eleições
brasileiras riscos iminentes de violência política durante e após a votação; fechamento preventivo de embaixadas e
consulados (como os EUA e a Austrália) sob a justificativa de preocupações com
a segurança.
Nassif faz um paralelo histórico com operações de comunicação
estratégica e empresas de dados (como o SCL Group e a Cambridge
Analytica ), que praticaram artifícios que induziram a abstenção em grupos de
eleitores específicos nas eleições passadas, envolvendo sobretudo o eleitorado
tendente a votar em Lula.
No mato
sem cachorro https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/10/minha-opiniao_02027768607.html

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