Em Natal, Lula alerta que proposta de Flávio Bolsonaro de 250 bilhões em cortes nas despesas públicas significa ameaça a programas sociais.
Esclarecer é preciso https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/10/esclarecer-e-preciso.html
A construção coletiva das idéias é uma das mais fascinantes experiências humanas. Pressupõe um diálogo sincero, permanente, em cima dos fatos. Neste espaço, diariamente, compartilhamos com você nossa compreensão sobre as coisas da luta e da vida. Participe. Opine. [Artigos assinados expressam a opinião dos seus autores].
Em Natal, Lula alerta que proposta de Flávio Bolsonaro de 250 bilhões em cortes nas despesas públicas significa ameaça a programas sociais.
Esclarecer é preciso https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/10/esclarecer-e-preciso.html
Quarta-feira próxima (14), deve acontecer a votação em primeiro turno da PEC do fim da escala 6x1, que prevê a
transição da jornada de trabalho para até 5 dias de trabalho por 2 de descanso
e a redução progressiva do limite semanal de 44 para 40 horas sem perda
salarial.
Pode ser
um divisor de águas no atribulado quadro político do país, com repercussões
sobre o segundo turno das eleição presidencial.
Liderados
pelo senador Flávio Bolsonaro tentam
obstruir, adiar ou negociar o fatiamento da votação.
O próprio
candidato da extrema direita tem dito na TV que prefere modelo de jornada
flexível, onde e3npregados e patrões possam pactuar horas de trabalho semanal.
Uma falácia!
Onde que patrões e pregados estabelecem pactos minimamente razoáveis? Prevalece
o interesse do capital e o empregado, que precisa sobreviver pelo trabalho, é
constrangido a condições desvantajosas.
A votação
no Senado corre em paralelo à disputa eleitoral – mas se cruzam. Tanto quanto
nas eleições, interesses fundamentais do povo estão em jogo.
Leia: As ruas, as redes e o almoço do domingo https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/10/minha-opiniao_02010278885.html
As ruas, as redes e o almoço do domingo https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/10/minha-opiniao_02010278885.html
Pode ser até um exagero, não tenho
certeza. Refiro-me à minha quase obsessão pelas questões de ordem tática para
onde faço confluir tudo o que leio e quase tudo o que discuto com amigos e
militantes.
O oposto de interlocutores muito
mais inclinados ao aprofundamento de questões teóricas de fundo. Dedicam-se ao
que durante muito se tempo chamou teoria pura, sem tirar consequências para a luta
em curso no tempo presente.
Fazem muito bem. Aqui e acolá ferem
questões teóricas "de fronteira" e possibilitam compreensão mais
apurada dos fenômenos em curso.
A ultrafinanceirização da economia nos
dias que correm, por exemplo.
Não me disponho a tanto, apenas procuro
compreender as questões e seus elementos essenciais que podem ajudar a elucidar
as idas e vindas do capital financeiro predominante nas elites dominantes,
fator permanente de bloqueio de toda e qualquer tentativa de se dar um passo
adiante no desenvolvimento do Brasil.
É a tal Faria Lima, tão mencionada no
noticiário cotidiano.
Juro que procedo na medida certa, pelo
menos é o que me parece. Minha condição militante se faz sempre e
essencialmente direcionada para a ação concreta imediata, calcada na tática
geral, por assim dizer, e nas referências programáticas do Partido.
É o que disse a um jovem militante
leitor da minha coluna semanal no portal 'Vermelho', curioso em relação às
minhas leituras e ao método pretensamente dialético das minhas reflexões.
Torço para que esteja certo, pois já
não tenho mais idade para mudar.
Segundo turno é uma nova campanha https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/10/segundo-turno.html
Revista Exame: Pesquisa Vox Brasil: Lula tem 44,2% e Flávio Bolsonaro, 42,7%, no 2º turno. Empate técnico no limite da margem de erro.
As ruas, as redes e o almoço do domingo https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/10/minha-opiniao_02010278885.html
Apesar da obstrução dos senadores bolsonaristas, o líder do governo no Congresso, senador Randolfe Rodrigues (PT-AP), diz que a base do governo Lula já tem os votos suficientes para aprovar, na próxima semana, a proposta de emenda à Constituição (PEC) que reduz a jornada de trabalho e acaba com a escala 6×1.
O quórum necessário para aprovar uma PEC requer os votos de três quintos do total de membros da Casa, o que equivale a 49 dos 81 senadores.
“Vamos tentar aprovar até quarta-feira, com certeza. Vamos cumprir o primeiro rito das cinco sessões e aí vamos procurar votar na semana que vem e quebrar o interstício (intervalo de cinco sessões entre duas votações) para a votação do segundo turno”, disse o líder nesta quinta-feira (8).
O presidente do Senado, Davi Alcolumbre (União-AP), assegurou que “nada mudou” em relação ao calendário das sessões para debater o relatório do senador Omar Aziz (PSD-AM) favorável à PEC.
A afirmação de Alcolumbre foi feita após encontro com a senadora Tereza Cristina (PP-MT), escolhida pela oposição para negociar o adiamento da votação para depois do segundo turno.
A senadora Teresa Leitão (PT-PE), líder do governo no Senado, ressaltou a necessidade de assegurar a votação da proposta em respeito aos parlamentares que atualmente exercem seus mandatos.
Ela disse que os acordos para o andamento do texto estão sendo cumpridos pelo presidente do Senado, incluindo o cumprimento das sessões de discussão em plenário antes da deliberação final.
“O mandato dos 81 senadores eleitos, reeleitos ou não eleitos vai até o dia 31 de janeiro de 2027. Só se pode pensar em nova correlação de forças, em nova relação política aqui dentro depois da posse. Deixem de soberba. Respeitem esta legislatura; respeitem o direito integral de quem tem mandato”, defende a líder.
Debate
O senador Paulo Paim (PT-RS) ocupou mais uma vez a tribuna nesta quinta-feira para defender a aprovação da PEC.
O senador acrescentou dados do Dieese segundo os quais a redução da jornada para 40 horas semanais pode permitir que até 425 mil jovens de 18 a 29 anos, nos grandes centros, passem a conciliar emprego formal e estudos.
Entre os jovens de 18 a 24 anos que trabalhavam exatamente 40 horas semanais, 28% conciliam, com muita competência, o trabalho e o estudo.
“Quando a jornada passa para 40 horas semanais, esse percentual cai pela metade. São oito pontos percentuais de diferença só nesse exemplo que eu dei aqui, porque estamos falando de qualificação profissional, estamos falando de oportunidade”, explica Paim.
Segundo o Dieese, a redução da jornada pode gerar no país em torno de 4 milhões de novos empregos.
“Não estou aqui dizendo que esse número seria automático em todo o Brasil, mas seria o caminho responsável, com qualidade de vida, para gerarmos 4 milhões de novos empregos”, disse o senador.
As ruas, as redes e o almoço do domingo https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/10/minha-opiniao_02010278885.html