. Informa o Valor Econômico a chegada, ainda como projeto-piloto, do gás natural ao "Chapadão do Araripe", no extremo oeste de Pernambuco, aumentando as expectativas de crescimento do polo gesseiro em quatro municípios da região.
. Cerca de 95% do gesso consumido no Brasil, algo em torno de 5 milhões de toneladas por ano, vêm dessa área. O dinamismo da construção civil já acelerou a procura pelo gesso, mas as cidades do polo e as empresas sofrem com problemas de infraestrutura. Praticamente todas as fábricas se abastecem de lenha e coque.
. Em uso há pouco mais de um mês, o gás natural, mais limpo e eficiente, pode ajudar o setor a atender melhor a demanda, que em 2010 avançou 30%.
A construção coletiva das idéias é uma das mais fascinantes experiências humanas. Pressupõe um diálogo sincero, permanente, em cima dos fatos. Neste espaço, diariamente, compartilhamos com você nossa compreensão sobre as coisas da luta e da vida. Participe. Opine. [Artigos assinados expressam a opinião dos seus autores].
12 maio 2011
11 maio 2011
Minha coluna semanal no portal Vermelho
Debate eleitoral programático
Luciano Siqueira
Não acontece entre nós, infelizmente. Ou quando acontece – nas eleições presidenciais – ainda é de certo modo precário, ofuscado por artifícios midiáticos quase sempre rebaixadores do conteúdo.
Acontece em Portugal, onde transcorre neste instante a campanha para as eleições à Assembleia Nacional. Lá estive no último fim de semana, representando a direção nacional do PCdoB na VII Convenção Nacional do Bloco de Esquerda (BE), partido oposicionista que obteve no pleito anterior 10% dos votos e alcançou uma bancada de 16 deputados.
Desponta também na oposição o Partido Comunista Português (PCP), com semelhante desempenho eleitoral, que forma, juntamente com o Partido Ecologista “Os Verdes” a Coligação Democrática Unitária (CDU).
Em posição centrista tendente à direita pontifica o Partido Socialista (PS), em espectro no qual se situam o PSD (Partido Social Democrata) e o CDS-PP (Partido Popular), este marcadamente à direita.
A legislação assegura aos partidos com representação parlamentar tempo e espaço igualitário na cobertura jornalística. Debates acontecem pondo frente a frente líderes dos partidos contendores.
O centro dos debates e dos pronunciamentos partidários é a crise que o país atravessa e o pacote de medidas de cunho neoliberal imposto pela chamada troika, constituía pelo Conselho da Comunidade Europeia, pelo Banco Central europeu e o FMI. Os partidos se posicionam contrários ou favoráveis ao pacote e cuidam de apresentar seus programas tendo em mira o próximo governo a substituir o atual, cujo primeiro-ministro José Sócrates, do Partido Socialista, está demissionário – o que ensejou a antecipação das eleições à Assembleia Nacional.
Além das propostas programáticas os partidos anunciam suas listas de candidatos ao parlamento. Ao eleitor caberá escolher a legenda na qual votará, atento aos programas e aos nomes que constam das listas partidárias, que avalizam e defendem as propostas programáticas. Seja qual for a tendência majoritária no eleitorado, o mecanismo contribui para esclarecer o cidadão e a cidadã, que em maior ou menor grau se envolve no debate e toma partido. Não são os atributos pessoais dos candidatos – embora estes tenham lá sua importância -, e sim o conteúdo das propostas o que conta, diferentemente do que ocorre no Brasil, onde o voto é uni nominal, ficando as propostas partidárias a segundo plano, quando não plenamente obscurecidas.
Ao observador brasileiro interessado na reforma política é inescapável a comparação. No caso do autor destas breves linhas, a convicção renovada da importância de se adotar em nosso país o sistema de listas partidárias pré-estabelecidas nas disputas parlamentares, que está a anos luz de vantagem no fortalecimento dos partidos – essa lacuna marcante em nossa história institucional.
Luciano Siqueira
Não acontece entre nós, infelizmente. Ou quando acontece – nas eleições presidenciais – ainda é de certo modo precário, ofuscado por artifícios midiáticos quase sempre rebaixadores do conteúdo.
Acontece em Portugal, onde transcorre neste instante a campanha para as eleições à Assembleia Nacional. Lá estive no último fim de semana, representando a direção nacional do PCdoB na VII Convenção Nacional do Bloco de Esquerda (BE), partido oposicionista que obteve no pleito anterior 10% dos votos e alcançou uma bancada de 16 deputados.
Desponta também na oposição o Partido Comunista Português (PCP), com semelhante desempenho eleitoral, que forma, juntamente com o Partido Ecologista “Os Verdes” a Coligação Democrática Unitária (CDU).
Em posição centrista tendente à direita pontifica o Partido Socialista (PS), em espectro no qual se situam o PSD (Partido Social Democrata) e o CDS-PP (Partido Popular), este marcadamente à direita.
A legislação assegura aos partidos com representação parlamentar tempo e espaço igualitário na cobertura jornalística. Debates acontecem pondo frente a frente líderes dos partidos contendores.
O centro dos debates e dos pronunciamentos partidários é a crise que o país atravessa e o pacote de medidas de cunho neoliberal imposto pela chamada troika, constituía pelo Conselho da Comunidade Europeia, pelo Banco Central europeu e o FMI. Os partidos se posicionam contrários ou favoráveis ao pacote e cuidam de apresentar seus programas tendo em mira o próximo governo a substituir o atual, cujo primeiro-ministro José Sócrates, do Partido Socialista, está demissionário – o que ensejou a antecipação das eleições à Assembleia Nacional.
Além das propostas programáticas os partidos anunciam suas listas de candidatos ao parlamento. Ao eleitor caberá escolher a legenda na qual votará, atento aos programas e aos nomes que constam das listas partidárias, que avalizam e defendem as propostas programáticas. Seja qual for a tendência majoritária no eleitorado, o mecanismo contribui para esclarecer o cidadão e a cidadã, que em maior ou menor grau se envolve no debate e toma partido. Não são os atributos pessoais dos candidatos – embora estes tenham lá sua importância -, e sim o conteúdo das propostas o que conta, diferentemente do que ocorre no Brasil, onde o voto é uni nominal, ficando as propostas partidárias a segundo plano, quando não plenamente obscurecidas.
Ao observador brasileiro interessado na reforma política é inescapável a comparação. No caso do autor destas breves linhas, a convicção renovada da importância de se adotar em nosso país o sistema de listas partidárias pré-estabelecidas nas disputas parlamentares, que está a anos luz de vantagem no fortalecimento dos partidos – essa lacuna marcante em nossa história institucional.
Bom dia, Pablo Neruda
O Vento na Ilha
Vento é um cavalo:
ouve como ele corre
pelo mar, pelo céu.
Quer me levar: escuta
como ele corre o mundo
para levar-me longe.
Esconde-me em teus braços
por esta noite erma,
enquanto a chuva rompe
contra o mar e a terra
sua boca inumerável.
Escuta como o vento
me chama galopando
para levar-me longe.
Como tua fronte na minha,
tua boca em minha boca,
atados nossos corpos
ao amor que nos queima,
deixa que o vento passe
sem que possa levar-me.
Deixa que o vento corra
coroado de espuma,
que me chame e me busque
galopando na sombra,
enquanto eu, protegido
sob teus grandes olhos,
por esta noite só
descansarei, meu amor.
Vento é um cavalo:
ouve como ele corre
pelo mar, pelo céu.
Quer me levar: escuta
como ele corre o mundo
para levar-me longe.
Esconde-me em teus braços
por esta noite erma,
enquanto a chuva rompe
contra o mar e a terra
sua boca inumerável.
Escuta como o vento
me chama galopando
para levar-me longe.
Como tua fronte na minha,
tua boca em minha boca,
atados nossos corpos
ao amor que nos queima,
deixa que o vento passe
sem que possa levar-me.
Deixa que o vento corra
coroado de espuma,
que me chame e me busque
galopando na sombra,
enquanto eu, protegido
sob teus grandes olhos,
por esta noite só
descansarei, meu amor.
Inflação não deve deter o crescimento
Editorial do Vermelho:
A luta contra a inflação compromete o crescimento econômico?
Desenvolvimento com melhoria do emprego e da renda dos trabalhadores provoca inflação? Este é aparentemente o tema do debate visto nos últimos meses e o pretexto das pressões para o governo aumentar juros, conter gastos públicos e desaquecer o consumo.
O debate, entretanto, precisa ir além das aparências, e também dos dogmas conservadores que relacionam diretamente crescimento econômico e inflação.
Para os conservadores, o país vive uma “inflação de demanda” – aquela que resultaria do aumento de consumo popular e, portanto, da procura dos produtos, provocando o aumento dos preços.
Mas há outros argumentos para explicar o crescimento dos preços. Um deles é o aumento dos preços das commodities (matérias primas) negociadas no mercado mundial, como açúcar e petróleo. Seus aumentos de quase 10% no ano passado se traduziram, no mercado interno, em preços mais altos principalmente para os alimentos e combustíveis.
E há também as pressões inflacionárias provocadas tanto pela decisão do governo dos EUA de inundar o mercado mundial com dólares, para forçar a valorização de moedas estrangeiras (entre elas o real) e facilitar assim as exportações americanas, quanto também pelo volume de moeda americana posto em circulação em consequência do aumento de preços das commodities.
Tudo é motivo para as pressões conservadoras sobre o governo. Mas seus argumentos não se baseiam – como parece – numa teoria econômica supostamente neutra, mas em interesses concretos. E o espantalho da inflação é usado não contra os preços, mas para garantir e reforçar os aumentos nos juros, mesmo que causem desemprego, desvalorização da renda dos trabalhadores e diminuição do consumo da população. O importante para os conservadores é assegurar a escandalosa fatia que a especulação financeira abocanha, improdutivamente, da riqueza nacional.
As pressões do chamado “mercado” (isto é, os agentes financeiros que operam a espoliação baseada nos juros) são fortalecidas por outros interlocutores interessados. Nesta semana, os dirigentes dos 21 maiores Bancos Centrais do planeta, reunidos em Basiléia, na Suíça, cobraram a “colaboração” dos países “emergentes” (entre eles Brasil, Índia e China) para conter o crescimento da inflação mundial que aumenta as dificuldades que eles próprios, países ricos, enfrentam. E receitam a mesma desacreditada medicação neoliberal e monetarista que provocou desastres econômicos e sociais nos países pobres: fim de políticas desenvolvimentistas, aumento dos juros e corte nos gastos públicos.
Isto é, os conservadores de dentro e de fora do Brasil cantam pela mesma cartilha ultrapassada: abandonar o caminho da retomada econômica a pretexto de uma “saúde econômica” necessária para salvar os ricos e os especuladores.
O debate é mesmo complexo; os caminhos da economia não são simples e a retomada dos aumentos nos preços tem sido uma realidade neste começo de ano. Mas seu entendimento precisa levar em conta, em primeiro lugar, o fato elementar de que o confronto envolve mais interesses de classe e menos ciência econômica: a economia não é uma ciência exata; é política. E é a correlação de forças na sociedade que determina a maior ou menor participação de cada classe na divisão das riquezas produzidas.
E é justamente esta realidade palmar que o debate sobre a inflação tenta ocultar. E, nele, a presidente Dilma Rousseff revela seu lado quando diz preferir enfrentar antes “os problemas do crescimento do que os do desemprego, da falta de renda e da recessão econômica", mostrando-se imune às pressões conservadoras antidesenvolvimentistas – apesar de haver no governo quem pareça convertido à opinião de que aumento de salário provoca inflação e peça, assim, que os trabalhadores tenham “maturidade” em suas reivindicações.
Os desajustes da produção, que podem provocar alta de preços se a oferta for menor que a procura ou pelos desajustes provocados por oscilações cambiais com impacto no valor da moeda nacional, são problemas concretos que o governo precisa enfrentar com decisão.
O que está em questão são as maneiras diferentes de enfrentá-los e os interesses de classe que envolvem. O governo tem sinalizado a disposição de combater a inflação sem comprometer o crescimento econômico. É uma opção correta, apesar de todo interessado alarme do “mercado” contra o despertar do dragão que corrói o valor da moeda. Mesmo porque a inflação (que, pelo IBGE, foi de 6,51% nos últimos doze meses, superando o número mágico do mercado, 6,5%) dá sinais de queda e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, assegure que ela vai terminar o ano dentro da meta e sob controle. E sem que a luta contra ela prejudique o crescimento econômico projetado para este ano para 4,5%.
A luta contra a inflação compromete o crescimento econômico?
Desenvolvimento com melhoria do emprego e da renda dos trabalhadores provoca inflação? Este é aparentemente o tema do debate visto nos últimos meses e o pretexto das pressões para o governo aumentar juros, conter gastos públicos e desaquecer o consumo.
O debate, entretanto, precisa ir além das aparências, e também dos dogmas conservadores que relacionam diretamente crescimento econômico e inflação.
Para os conservadores, o país vive uma “inflação de demanda” – aquela que resultaria do aumento de consumo popular e, portanto, da procura dos produtos, provocando o aumento dos preços.
Mas há outros argumentos para explicar o crescimento dos preços. Um deles é o aumento dos preços das commodities (matérias primas) negociadas no mercado mundial, como açúcar e petróleo. Seus aumentos de quase 10% no ano passado se traduziram, no mercado interno, em preços mais altos principalmente para os alimentos e combustíveis.
E há também as pressões inflacionárias provocadas tanto pela decisão do governo dos EUA de inundar o mercado mundial com dólares, para forçar a valorização de moedas estrangeiras (entre elas o real) e facilitar assim as exportações americanas, quanto também pelo volume de moeda americana posto em circulação em consequência do aumento de preços das commodities.
Tudo é motivo para as pressões conservadoras sobre o governo. Mas seus argumentos não se baseiam – como parece – numa teoria econômica supostamente neutra, mas em interesses concretos. E o espantalho da inflação é usado não contra os preços, mas para garantir e reforçar os aumentos nos juros, mesmo que causem desemprego, desvalorização da renda dos trabalhadores e diminuição do consumo da população. O importante para os conservadores é assegurar a escandalosa fatia que a especulação financeira abocanha, improdutivamente, da riqueza nacional.
As pressões do chamado “mercado” (isto é, os agentes financeiros que operam a espoliação baseada nos juros) são fortalecidas por outros interlocutores interessados. Nesta semana, os dirigentes dos 21 maiores Bancos Centrais do planeta, reunidos em Basiléia, na Suíça, cobraram a “colaboração” dos países “emergentes” (entre eles Brasil, Índia e China) para conter o crescimento da inflação mundial que aumenta as dificuldades que eles próprios, países ricos, enfrentam. E receitam a mesma desacreditada medicação neoliberal e monetarista que provocou desastres econômicos e sociais nos países pobres: fim de políticas desenvolvimentistas, aumento dos juros e corte nos gastos públicos.
Isto é, os conservadores de dentro e de fora do Brasil cantam pela mesma cartilha ultrapassada: abandonar o caminho da retomada econômica a pretexto de uma “saúde econômica” necessária para salvar os ricos e os especuladores.
O debate é mesmo complexo; os caminhos da economia não são simples e a retomada dos aumentos nos preços tem sido uma realidade neste começo de ano. Mas seu entendimento precisa levar em conta, em primeiro lugar, o fato elementar de que o confronto envolve mais interesses de classe e menos ciência econômica: a economia não é uma ciência exata; é política. E é a correlação de forças na sociedade que determina a maior ou menor participação de cada classe na divisão das riquezas produzidas.
E é justamente esta realidade palmar que o debate sobre a inflação tenta ocultar. E, nele, a presidente Dilma Rousseff revela seu lado quando diz preferir enfrentar antes “os problemas do crescimento do que os do desemprego, da falta de renda e da recessão econômica", mostrando-se imune às pressões conservadoras antidesenvolvimentistas – apesar de haver no governo quem pareça convertido à opinião de que aumento de salário provoca inflação e peça, assim, que os trabalhadores tenham “maturidade” em suas reivindicações.
Os desajustes da produção, que podem provocar alta de preços se a oferta for menor que a procura ou pelos desajustes provocados por oscilações cambiais com impacto no valor da moeda nacional, são problemas concretos que o governo precisa enfrentar com decisão.
O que está em questão são as maneiras diferentes de enfrentá-los e os interesses de classe que envolvem. O governo tem sinalizado a disposição de combater a inflação sem comprometer o crescimento econômico. É uma opção correta, apesar de todo interessado alarme do “mercado” contra o despertar do dragão que corrói o valor da moeda. Mesmo porque a inflação (que, pelo IBGE, foi de 6,51% nos últimos doze meses, superando o número mágico do mercado, 6,5%) dá sinais de queda e o presidente do Banco Central, Alexandre Tombini, assegure que ela vai terminar o ano dentro da meta e sob controle. E sem que a luta contra ela prejudique o crescimento econômico projetado para este ano para 4,5%.
Bancos prosseguem a farra de taxas altas
. Está no estadão de hoje: três anos depois que o Banco Central adotou normas para padronizar as tarifas bancárias, o Instituto Brasileiro de Defesa do Consumidor (Idec) mostra que os serviços ficaram até 124% mais caros.
. Os bancos alegam que os pacotes oferecem itens adicionais. Além disso, as receitas dos bancos com tarifas subiram, em média, 30%, acima da inflação - a Caixa Econômica Federal foi a instituição que teve a maior expansão: 83%. Segundo o Idec, as queixas sobre o tema continuaram crescendo. Entre abril de 2009 e março de 2010, houve 1.406 reclamações; nos 12 meses seguintes, foram 1.553, alta de 10%.
. Os bancos alegam que os pacotes oferecem itens adicionais. Além disso, as receitas dos bancos com tarifas subiram, em média, 30%, acima da inflação - a Caixa Econômica Federal foi a instituição que teve a maior expansão: 83%. Segundo o Idec, as queixas sobre o tema continuaram crescendo. Entre abril de 2009 e março de 2010, houve 1.406 reclamações; nos 12 meses seguintes, foram 1.553, alta de 10%.
Pobreza e depressão
. Não conheço detalhes da pesquisa, mas a conclusão parece ter sentido. Os brasileiros pobres e com baixo nível de escolaridade são mais vulneráveis a doenças como depressão, demência e a outros transtornos neuropsiquiátricos, registra a Agência Brasil, referindo-se a artigos da uma série especial produzida pela revista médica inglesa The Lancet sobre a saúde no Brasil.
. Os mais pobres enfenta mais adversidades e dificuldades em contorná-las no decorrer da vida. “Nos centros urbanos, vários estudos mostram que os de menor escolaridade e renda têm mais depressão que os mais ricos”, diz o professor de medicina da Universidade de São Paulo (USP), Paulo Rossi, responsável pela análise dos transtornos para a série especial.
. Os mais pobres enfenta mais adversidades e dificuldades em contorná-las no decorrer da vida. “Nos centros urbanos, vários estudos mostram que os de menor escolaridade e renda têm mais depressão que os mais ricos”, diz o professor de medicina da Universidade de São Paulo (USP), Paulo Rossi, responsável pela análise dos transtornos para a série especial.
09 maio 2011
Inflação: que assim seja
. Informa a Agência Brasil que depois de oito semanas seguidas de projeções de inflação em alta, a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), neste ano, caiu de 6,37% para 6,33%, segundo o boletim Focus, publicado hoje (9) pelo Banco Central (BC).
. A projeção menor dos analistas do mercado financeiro consultados pelo BC todas as semanas veio após a divulgação do IPCA de abril. Na última sexta-feira (6), o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a inflação oficial no período ficou em 0,77%, uma pequena redução em relação ao mês anterior (0,79%). Em 12 meses encerrados no mês passado, entretanto, a inflação ultrapassou o limite superior da meta para o ano (6,5%) ao chegar a 6,51%.
. . Mas a expectativa dos analistas e também do governo é que a inflação se reduza ao longo do ano e fique dentro do limite superior da meta. O centro da meta, 4,5% só deve ser alcançado em 2012.
. A projeção menor dos analistas do mercado financeiro consultados pelo BC todas as semanas veio após a divulgação do IPCA de abril. Na última sexta-feira (6), o Instituto de Geografia e Estatística (IBGE) informou que a inflação oficial no período ficou em 0,77%, uma pequena redução em relação ao mês anterior (0,79%). Em 12 meses encerrados no mês passado, entretanto, a inflação ultrapassou o limite superior da meta para o ano (6,5%) ao chegar a 6,51%.
. . Mas a expectativa dos analistas e também do governo é que a inflação se reduza ao longo do ano e fique dentro do limite superior da meta. O centro da meta, 4,5% só deve ser alcançado em 2012.
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