Com Temer, Forças Armadas sofrem corte de 44% dos recursos e se vêem ameaçadas de colapso. Defesa da nação comprometida.
A construção coletiva das idéias é uma das mais fascinantes experiências humanas. Pressupõe um diálogo sincero, permanente, em cima dos fatos. Neste espaço, diariamente, compartilhamos com você nossa compreensão sobre as coisas da luta e da vida. Participe. Opine. [Artigos assinados expressam a opinião dos seus autores].
14 agosto 2017
13 agosto 2017
Retrocesso
Corte de gastos reduz orçamento do PAC ao menor valor em 8 anos. Crescimento estilo Temer: pra baixo, feito rabo de cavalo.
12 agosto 2017
Quem?
"Dizem que sou corajoso. Eu digo que sou mais que corajoso. Sou ousado”, diz Temer. Bravata de quem faz jogo sujo e é repudiado pelo povo.
Barbárie
Confronto entre supremacistas brancos e antifascistas deixa feridos em Charlottesville, nos EUA. É o império do ódio e da decadência.
Angu de caroço
Temer pretende contemplar 'centrão' com cargos de segundo e terceiro escalão, e não com ministérios. É rolo. Ai de ti, República!
11 agosto 2017
Venezuela na crise global
Uma grave crise
Eduardo Bomfim, no
Vermelho
A situação da Venezuela possui vetores que
alimentam uma crise que não mostra sinais de arrefecimento, em verdade tende a
se agravar. De qualquer maneira é fundamental prevalecer o princípio
indeclinável da autodeterminação e soberania das nações no cenário mundial.
No entanto essa máxima, que se encontra
assinada pelas nações signatárias da Carta das Nações Unidas, não tem sido
aplicada, muito menos nas primeiras décadas do século XXI.
Ao contrário, proliferam as intervenções,
especialmente no Oriente Médio, cujos objetivos são geomilitares, e a guerra de
rapina por riquezas naturais, como o petróleo, a principal matriz energética do
planeta.
Independente de equívocos, voluntarismos, que
possam estar sendo cometidos pelo governo da Venezuela, a campanha uníssona
feita pela grande mídia global, associada ao Mercado, mostra que a ação para
desestabilizar a Venezuela é escancarada.
Um País que é um dos grandes produtores
mundiais de petróleo, membro da OPEP. E por esse motivo foi alvo de ações
intervencionistas no século XX, com a soberania ameaçada, onde prepostos a
serviço das grandes empresas petrolíferas quase sempre governaram essa nação
sul-americana.
Hoje, além do petróleo, há uma nova realidade
multipolar com a ascensão dos BRICS. Em consequência, surgem múltiplas reações
sangrentas anglo-americanas em vários continentes.
A presença de grupos mascarados na Venezuela,
que estrearam nas chamadas primaveras árabes, como também no Brasil, e se
transformaram em uma espécie de franquia internacional louvada na grande mídia
global, de facções incendiárias, depredadoras, pseudo-anarquistas, é sinal do
que está em marcha contra esse País.
O Brasil, com 2.199 quilômetros de fronteiras
com a Venezuela, abdicou, sob o governo Temer, da sua histórica liderança no hemisfério
sul, avassalou a sua grande tradição diplomática ao Mercado, aos objetivos
geopolíticos anglo-americanos.
A ofensiva do Mercado, dos EUA, abre um
teatro para conflitos na região que até agora consegue viver distante dos
cenários de grandes operações militares globais.
O recrudescimento da crise venezuelana não
interessa aos povos latino-americanos. Cabe ao Brasil recuperar seu
protagonismo de mediador, de potência regional solidária, como membro dos
BRICS, na transição para uma nova ordem mundial.
Leia mais sobre temas da
atualidade: http://migre.me/kMGFD
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