Campanha eleitoral no 7 de
Setembro
Luciano Siqueira
Hoje, 7 de Setembro, logo cedo fiz o que pude para ver, ouvir e ler mensagens de
candidatos e candidatas em campanha na expectativa de que todos, ou quase todos, mencionassem a defesa da soberania nacional.
Encontrei, sim. Sobretudo candidatos situados à esquerda, do PCdoB em especial.
Mas são poucos. A grande maioria se apresenta como "defensores dos que mais
precisam" ou "guardiões da segurança pública".
Isto no instante da vida do país em que, sob a ameaça norte-americana e num mundo conturbado, a defesa da soberania avulta como questão chave da sobrevivência e das nossas alternativas de desenvolvimento.
O presidente Lula tem dado o exemplo. Não apenas em seu pronunciamento oficial em rede de TV e rádio, ontem; mas praticamente em todas as manifestações públicas de sua candidatura à reeleição.
Seus concorrentes, salvo algumas inexpressivas candidaturas de minúsculas legendas de extrema esquerda, passam ao Largo do tema.
Péssimo sinal.
Aqueles e aquelas que buscam mandato no Parlamento e no Executivo nos diversos níveis federativos, cada um conforme a corrente política a que pertence, têm o dever patriótico de celebrar o 7 de Setembro não como algo supostamente longínquo em nossa História, mas como fio condutor de todas as possibilidades de nos projetarmos como nação soberana, consistentemente democrática e
socialmente progressista.
Ao contribuir na elaboração da plataforma do provável quarto governo Lula, o PCdoB assinalou a defesa da soberania como questão chave. O mesmo na orientação partidária trazida à luz pela direção nacional do Partido.
E é tema obrigatório na campanha de candidatos e candidatas comunistas a Câmara dos Deputados e às Assembleias Legislativas.
A fragilidade predominante na imensa maioria das candidaturas das diversas
legendas reflete a conjuntura adversa na qual está mergulhado o mundo
ocidental, o Brasil incluso.
O capital financeiro multifacetado predominante conspira a todo instante pelo
borramento das fronteiras nacionais.
A consciência nacional se impõe absolutamente necessária — nas redes digitais, nos salões e nas ruas.
E
na busca do voto.
Lula defende soberania no 7 de Setembro https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/09/palavra-de-lula-no-7-de-setembro.html

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