13 julho 2026

Lula avança

Lula lidera 1º e 2º turnos e Flávio Bolsonaro tem maior rejeição, diz pesquisa
Levantamento BTG/Nexus aponta presidente com 40% no primeiro turno contra 34% do senador, que enfrenta rejeição de 50% do eleitorado
Vermelho   

A mais recente pesquisa do BTG Pactual em parceria com o instituto Nexus, divulgada nesta segunda-feira (13), reforça a liderança do presidente Luiz Inácio Lula da Silva para as eleições presidenciais e revela um dado relevante sobre o cenário político atual. Segundo o levantamento, a rejeição ao senador Flávio Bolsonaro (PL) supera a do atual chefe do Executivo federal.

Os números indicam que 50% dos entrevistados afirmam que “não votariam de jeito nenhum” no parlamentar do Partido Liberal. No caso do presidente Lula, o índice de rejeição se posiciona em 46%. Essa distância numérica entre os dois principais nomes avaliados tem se mostrado presente de forma regular e consistente na série histórica realizada pelos dois institutos.

No cenário estimulado de primeiro turno, quando os nomes dos pré-candidatos são apresentados aos entrevistados, o atual mandatário mantém uma vantagem confortável na liderança. O presidente aparece com 40% das intenções de voto, enquanto o senador registra 34%. Já na pesquisa espontânea, modelo no qual nenhuma lista é exibida, Lula soma 35% das menções, diante de 24% atribuídos ao congressista fluminense.

A vantagem numérica também se repete nas projeções para o segundo turno da disputa. A análise combinada entre o potencial de voto e a taxa de rejeição evidencia que o contingente de eleitores dispostos a rejeitar a candidatura de Flávio Bolsonaro e migrar para o voto no atual presidente é superior ao movimento inverso. Os dados apontam que o chefe do Executivo venceria o confronto direto caso o pleito ocorresse no período de coleta.

O levantamento também mensurou a rejeição de outros nomes da oposição. O ex-governador Aécio Neves lidera o indicador negativo, com 61% de rejeição por parte dos entrevistados. Na mesma linha de avaliação, os governadores Romeu Zema e Ronaldo Caiado, além do ativista Renan Santos, registraram índices de recusa ao voto superiores ao patamar de 33%.

Estabilidade de Lula no topo das intenções de voto

A consolidação da série histórica indica estabilidade no topo das intenções de voto, apontando que a liderança nos cenários estimulados e a menor taxa de rejeição comparativa do atual mandatário frente ao senador se sustentam estáveis desde as rodadas de monitoramento iniciadas em março. Os cruzamentos de dados apontam para uma base de apoio consolidada que assegura a manutenção dos índices observados.

Metodologia

A pesquisa de opinião pública foi realizada entre os dias 10 e 12 de julho de 2026, com a aplicação de 2.003 entrevistas telefônicas por meio do sistema de assistência por computador (CATI). A margem de erro estimada para o conjunto dos dados é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, sob um nível de confiança estatística de 95%. O estudo encontra-se devidamente registrado junto ao Tribunal Superior Eleitoral sob a identificação BR-07981/2026.

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O selo do PCdoB na frente pró-Lula https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/06/o-pcdob-e-lula.html 

Hugo Cortez, presente!

Hugo Cortez Crocia Barros, um sociólogo na resistência
Se há um traço que define a pessoa de Hugo Cortez é a generosidade. É inesquecível para mim que num fim de ano, ele já doente e a falar com dificuldade, me deu de presente o volume da Poesia completa e Prosa de Joaquim Cardozo
Urariano Mota/Vermelho*    

Em tempos mais recentes, tenho me revoltado contra a morte de  amigos e personalidades fundamentais. E diante dos elogios póstumos que recebem, me pergunto: por que não se contaram os feitos notáveis das pessoas quando estavam vivas? Apesar de, muitas vezes, não temos outra opção, e penso no súbito falecimento do escritor e pensador José Carlos Ruy, autor de um fecundo Dicionário Machado de Assis, até hoje inédito, apesar de tais perdas, sinto que devo continuar com uma galeria de amigos que são essenciais.

Em comentário ao texto anterior sobre José Antonio Spinelli, o ilustre cientista José Ademir Sales de Lima, professor titular da USP no Departamento de Astronomia, disse que eu teria inaugurado “um novo gênero literário, cujo nome precisa ainda ser definido. Sei apenas que não pode ser Obituário de Viventes! Quem sabe, ouso ainda sugerir: Memorial de Viventes Inesquecíveis, onde cada ser humano escreveria o seu…Mas quem sabe, talvez exista um nome ainda mais adequado”.

Na falta de melhor nome, direi que escrevo sobre Companheiros de Jornada. Ou então que escrevo Elogios em Vida de Militantes que Atravessaram a Ditadura. Deles posso dizer o que escrevi no romance “A mais longa duração da juventude” em uma página:

“Acompanho os fios brancos de suas cabeças se tornarem frágeis, quebradiços, e me falo e percebo que alguns não piscaram no alto. No píncaro do tempo, não decaíram, como se fossem uma revolta contra a biologia, contra a organização da vida que se desorganiza e se desintegra quando chega ao fim. Parodiando Goethe no poema Um e Tudo, eles foram atravessados pela alma do mundo, e com ela lutaram sem descanso, como se vivos pudessem ter a eternidade. Tomaram outras formas, é certo, mas mantiveram a permanência do ser da juventude”.

Hoje, me refiro a Hugo Cortez Crocia Barros.  

Ele sofreu duas prisões, das quais a mais pesada foi em 1972 no DOI-CODI, um dos mais temidos centros de prisão e tortura na ditadura.  Hugo voltava de um encontro de estudantes de Ciências Sociais, em Belo Horizonte, e foi preso antes de chegar ao Recife. E agora, como se fosse nada, pulo esse mau pedaço. Para dizer:

Se há um traço que define a pessoa de Hugo Cortez é a generosidade. É inesquecível para mim que num fim de ano, ele já doente e a falar com dificuldade, me deu de presente o volume da Poesia completa e Prosa de Joaquim Cardozo. Ele sabia que o bem seria precioso para mim, e que eu não estava tão bem de dinheiro para me dar tal preciosidade. Estou com o volume diante de mim, do qual não li tudo, e fastioso escolhi raros e belos poemas.

Hugo Cortez é filiado ao Partido Comunista do Brasil desde 1985. Mas eu o conheci na época de Ação Popular. Ele morava no Pina, em um prédio antigo e de paredes espessas, sem elevador. Eu morava perto, mas em Brasília Teimosa, que muitos diziam ser favela, mas que para mim era um lugar para estar ao lado do povo, naquele ideal de Ação Popular. Ali eu estava no entanto deslocado, porque era leitor de Proust, Joyce e Lukács, amante de música popular brasileira e de jazz. E só bebia cachaça com os pescadores, escondendo o que eu conhecia do mundo lá fora. Então, nos sábados à tarde, eu subia, talvez fugisse para o apartamento de Hugo, onde os pais dele nos suportavam a ouvir os discos de jazz na sala. Alto. Mas como era bom o alimento do espírito regado a doses de uísque ótimo, que seu Nelson, pai de Hugo, guardava para as visitas. Percebem? Eu era um imortal naquele sentido do Barão de Itararé, pois não tinha onde cair morto. Mas Hugo me recebia como um ilustre a me dar lições de músicos que eu não podia ouvir nem sabia da existência. E com uísque e queijos finos até as sombras da noite. Acontecimentos assim, generosidade de tal altura, nunca esquecemos. 

Hugo Cortez é poliglota, lê e fala bem inglês, francês, espanhol e galego. Mas com tal preparo, como falam os populares no Recife, sofre do Mal de Parkinson. O seu irmão Nilson Cortez, geógrafo respeitado em todo o Brasil, me informou que há mais de 20 anos Hugo sofre da Doença de Parkinson. Me assegurou que isso não é genético. E eu fico sem saber qual a causa, se vem das torturas da prisão, ou se de muito amor, desamor sofrido, como tantos de nós ou todos passamos. Mas acima, abaixo ou ao lado de tais dificuldades de fala e  locomoção, e vista embaçada, vem o dado maior da sua resistência. A sua curiosidade intelectual não cessa. Eu lhe fiz ver isso em um telefonema. Ele me respondeu que possuía a mesma vontade de conhecer que aos 20 anos de idade. Depois, pude ver: a sua curiosidade intelectual é sua razão de viver. É a sua identidade. A de ser um resistente.

Concluo com a citação favorita de Hugo Cortez, que li na sua página do Face: Homo sum, humani nihil a me alienum puto. “Sou um homem e a mim nada de humano é estranho”. Isso para mim dá a sua medida. Na alegria e na tristeza, resiste aos golpes, e não se queixa. 

*Publicado 22/03/2024

As voltas que o mundo dá https://lucianosiqueira.blogspot.com/ 

Trajetória suspeita

Como o ricaço falido virou presidente dos EUA
Nos negócios, Trump driblou as leis como agora burla as regras do esporte que o mundo ama e ele mal conhece 
Heloisa Villela/Liberta    

Os Estados Unidos são o mesmo país das oportunidades! Onde mais um sujeito que se distribuía convencendo todo o mundo que nadava em dinheiro quando estava falido e levou vida de bilionário enquanto seus cassinos quebravam se voltariam, finalmente, o ricaço que imaginava ser ao ocupar uma cadeira de presidente da República? Pois Donald Trump, enfim, chegou lá, driblando a ética, enfrentado as leis e, agora, criando as próprias regras até para um esporte que o mundo ama e ele mal conhece.

Eu imagino como o jornalista e escritor David Cay Johnston deve estar… Vencedor do Prêmio Pulitzer, Johnston escreveu mais de um livro revelando detalhes da trajetória errática de Donald Trump. Um dos melhores, The Making of Donald Trump , narra a passagem desastrosa de Trump por Atlantic City e a negociação competitiva da dívida milionária que ele acumulou. Nessa época, começo dos anos 1990, acompanhei de perto duas negociações de porte em Nova York: a da dívida de Trump e a da dívida externa do Brasil. Os problemas tinham origens muito diferentes. O que havia em comum entre eles era a mobilização da turma da bufunfa na volta da mesa.

Máfia do cimento

No caso do Brasil e de outros países do terceiro mundo, foram mudanças nos Estados Unidos que fizeram disparar o valor das dívidas nacionais. Mas Trump não. Foi a má administração mesmo, e os gastos pra lá de excessivos que levaram o falso milionário à mesa de negociação. E ele saiu por cima! Aqui entra a investigação de Johnston para explicar o milagre. Envolvimento com mafiosos, compra de favores e influência, um bom e fiel “consertador” (o quebra-galho das situações) e o tradicional bullying que o mundo inteiro hoje conhece bem.

Para disparar no mercado imobiliário nova-iorquino, negócio que herdou do pai, Donald Trump se aliou aos mafiosos do setor de cimento que os demais empresários da construção civil combateram com auxílio da polícia. Para Trump, nunca faltou o insumo básico, mesmo quando a máfia manipulou o sindicato e promoveu greves para forçar o aumento dos preços. Em Atlantic City, ele dobrou as regras que regulamentavam o negócio dos cassinos para entrar no mercado e ser dono de três estabelecimentos. Para Trump, nunca valeu a exigência de um ano de espera e investigação minuciosa do passado do pretendente. Ele conseguiu a licença mesmo tendo sido alvo de quatro investigações, o que eliminaria qualquer outro candidato.

Se seguisse as regras, a comissão de Atlantic City não teria se arrependido amargamente mais tarde, quando os cassinos, verdadeiras minas de ouro para qualquer dono, se tornassem insolventes nas mãos de Trump . Era muito ouro para ele não aproveitar… Na época, Trump disse a todos os jornalistas que eram bilionários, que valia U$ 3 bilhões. Quando pararam a roda e fizeram as contas, Trump DEVIA U$ 3,2 bilhões. Cerca de mil advogados, representantes do falso bilionário e dos cerca de 70 bancos que têm quebrado, fecharam um acordo para Trump sobreviver. Johnston descreveu com perfeição o negócio e eu faço aqui uma tradução livre:

"Parte do acordo estabelecia uma mesada para Trump. Ele teria que sobreviver com U$ 450 mil por mês, menos do que os U$ 583 mil meses que gastaram em maio de 1990 (o equivalente a mais de um milhão de dólares em 2016). A mesada era tão surpreendentemente grande que o The New York Times publicou uma fala de um bilionário dizendo: 'Eu não tenho a menor ideia de como gastar US$ 450 mil em um mês'. Mas Trump gastou”.

Ele só conseguiu a bênção da Comissão de Cassinos de Atlantic City porque os diretores foram coniventes com a quebra de todas as regras na hora de permitir que entrasse no mercado. Para puni-lo depois, mantenha que admita o erro original. E foi assim ao longo da “carreira”. Quebrar regras pra todo lado e com um único objetivo: chegar ao topo. Por isso, ele sempre processou de volta quem o questionava na justiça. Não admitia perder e dizia que jamais fechava acordos para evitar processos. Mentira. E essa é outra arma que ele usa com frequência.
 

Todos os ingredientes desse passado nebuloso estão em campo e bem à vista até hoje. Cartão vermelho, nem pense! Trump deu um telefonema para o presidente da FIFA, Gianni Infantino, e resolveu o problema da seleção dos Estados Unidos na Copa do Mundo. Num passe de mágica, fez desaparecer a sombra de Folarin Balogun. Livre da conversa, o titular poderia participar da goleada que tirou os Estados Unidos do Mundial. “Vai tarde”, disse o mundo depois da manobra de Trump, que contornou com a subserviência de Infantino para desconsiderar as regras do torneio.

Jogatina financeira

O “Laranjão” não se limita a ditar as regras dos jogos, no gramado ou nos cassinos. A jogatina financeira das criptomoedas serviu muito bem aos interesses de um presidente que usa a carga para encher o bolso. No primeiro ano deste segundo mandato, segundo o New York Times, Trump faturou US$ 1,4 bilhão com essas moedas. No ano passado, levou outros U$ 2,2 bilhões. E foi uma empresa dos Emirados Árabes Unidos que garantiu boa parte desses faturamentos ao comprar quase metade da companhia de criptomoedas da família presidencial. Na sequência da transação, Trump contrariou as regras previstas pelo Congresso dos Estados Unidos e permitiu que os Emirados comprassem chips de computador para uso em Inteligência Artificial.

O presidente que criticou as critpo, dizendo que eram o paraíso de traficantes, usou essas moedas para enriquecer desde o primeiro dia do segundo mandato. Hoje, Trump é um dos maiores operadores do mercado para o que deveria ditar regras de funcionamento. Ele, que não respeita leis, regras e normas do próprio país, quer ditar regulamentações em campo alheio. E usa o arsenal militar para ameaçar, e até punir, quem se recusa a obedecer sem contar com armas capazes de enfrentar o valentão.

Foi assim com o sequestro de Nicolás Maduro , na Venezuela, e com o assassinato de pessoas descobertas pelos ataques de Trump em pequenas embarcações na costa do país. No Irã, ele redescobriu os limites do poder bélico dos Estados Unidos. Com a China, aí sim, os limites são claros. Ele fala grosso, mas afina nas negociações.

No caso do Brasil, o resultado ainda é uma incógnita. Trump avançou no caminho de uma agressão militar. Já tomei os primeiros passos ao declarar como terroristas as facções criminosas (CV e PCC). Mais uma vez, subverte as regras, agora no cenário internacional, se dá o direito de interferir em qualquer país, quando bem entender. Cuba vive, como nunca, a ameça de um ataque iminente enquanto sobrevive, como pode, ao cerco econômico desumano que mata por falta de comida, remédios e combustível.

Mas os direitos humanos, as regras internacionais, a diplomacia, nada disso tem valor ou sentido para quem venceu desrespeitando leis e normas de todo tipo. E, essa trajetória, foi premiada, e não punida, por um sistema político e econômico que se diz honesto, exemplo para o mundo. Um sistema que nunca colocou limites em quem tem dinheiro e poder. Agora que ele tem os dois, quem vai pisar no freio?

[Imagem publicada no Valor Econômico]

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"250 anos do império decadente dos EUA" https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/07/eua-decadencia.html 

Fotografia

Luciano Siqueira 

Dica de leitura

O texto "PCdoB propõe nova arrancada para o desenvolvimento", publicado no portal Vermelho, sintetiza as contribuições do partido para a plataforma de campanha presidencial de Luiz Inácio Lula da Silva. O documento, elaborado pela Comissão Política Nacional em conjunto com a Fundação Maurício Grabois, foca na defesa irrestrita da soberania nacional. Propõe um modelo de crescimento econômico acelerado e sustentável, estruturado a partir da reindustrialização do país. Além disso, enfatiza a necessidade de investimentos massivos em ciência, tecnologia e inovação tecnológica. Destaca a importância da valorização do trabalho e do avanço nos direitos sociais para elevar a qualidade de vida do povo. Para tanto, necessária a mobilização popular para garantir a vitória nas eleições. Leia aqui https://pcdob.org.br/noticias/pcdob-lanca-contribuicoes-ao-programa-da-campanha-de-lula-a-presidencia/

[LS] 

Sylvio: no espelho

Na sua ardorosa e permanente defesa dos Estados Unidos, o senador Flávio Bolsonaro diz que o presidente Lula “lambe as botas da China”. Aliás, nisso ele é mestre, uma vez que vive o tempo todo lambendo as botas de Trump. Quanto a Lula, seu relacionamento com a China é muito produtivo e favorável aos nossos interesses, preservando como sempre nossa soberania. 

Sylvio Belém 

Luciana Santos: Inovação, Soberania e Desenvolvimento para o Brasil https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/07/palavra-de-luciana.html 

Minha opinião

Saber antes não dá tesão
Luciano Siqueira   


Manchete do Estadão: "Quem vai ser campeão da Copa 2026? Veja o que diz IA do Supercomputador da Opta".

Veja não. Oxente! No futebol e em qualquer outra modalidade esportiva uma das razões da paixão é justamente a imprevisibilidade. 

Sabendo antes o resultado de cada peleja, eu mesmo não perderia meu tempo vendo agora na TV os principais jogos da Copa do Mundo, como alguns do campeonato brasileiro da série A e, quando posso, os sempre bem disputados da Premier League.

Nessa copa mesmo, diante do fracasso antecipado da seleção brasileira, o “inusitado futebol clube” entrou em campo várias vezes. 

Quem diria que o selecionado de Cabo Verde nos encantaria a todos? 

Outros, tidos como de segundo andar de uma prateleira hipotética dos melhores do futebol mundial, também superaram as variações mais fundamentadas. 

Eu mesmo não sabia que Noruega, Suíça e os africanos Senegal e Egito estavam no mesmo plano do ascendente Marrocos.

Embora muito ocupado e sem dor de cotovelo pela fragilidade desnorteada da seleção canarinha, farei tudo para ver Inglaterra x Argentina e França x Espanha. 

Tenho cá com meus botões que franceses e ingleses provavelmente disputarão a final.

A previsão prevista precisa do Supercomputador da Opta guarda distância de anos luz.

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O futebol é um sopro   https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/07/dramatica-copa-do-mundo.html