Para onde podemos ir?
No artigo "Novo tempo", publicado no Jornal GGN https://jornalggn.com.br/opiniao/novo-tempo-por-celso-p-de-melo/ Celso Pinto de Melo considera a dimensão do movimento que levou à reeleição do presidente Lula e faz uma reflexão sobre os desafios da soberania nacional.
A energia social que ressurgiu com força não pode se dissipar, deve deixar de ser apenas uma força de resistência
e passar a ser uma força de construção .
O autor defende a criação de projetos concretos para o
desenvolvimento do país, tais como armazenar e aproveitar as energias solar e
eólica; fortalecer o SUS e aproximá-lo de toda a população; agregar valor aos
recursos naturais (transformar minerais em materiais) e levar ciência a todas
as escolas e utilizar inteligência artificial para resolver problemas
genuinamente brasileiros.
A
soberania no século XXI não se resume ao isolamento ou à defesa de fronteiras –
argumenta -, mas sim à capacidade autônoma do país de conhecer, escolher e
realizar suas próprias soluções tecnológicas e científicas sem depender do
exterior.
Daí a necessidade de conectar o "Brasil
que sabe fazer" (comunidade científica, técnica e experiência) com
o "Brasil que quer fazer"
(a juventude e a sociedade mobilizada).
Trata-se, portanto, de um projeto coletivo que precisa ser construído através
da articulação entre ciência, engajamento popular e políticas públicas de longo
prazo.
(LS)
"Quando o futuro deixa de ser promessa" https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/09/desenvolvimento-soberano.html

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