Caleidoscópio pré-eleitoral
Luciano Siqueira
instagram.com/lucianosiqueira65
Na atual fase pré-eleitoral, a cena política em Pernambuco é caleidoscópica: grupos aparentemente estáveis se fragmentam, antigos rivais se aproximam e algumas peças se reposicionam mirando o pleito nacional, para a presidência da República.
Natural que
assim seja. Sempre foi.
Agora com
um traço marcante: o debate apenas administrativo, por enquanto, se sobressai. Questões
políticas de fundo, centrais para os destinos do estado e do país são relegadas
pelos principais atores em presença.
Subproduto
desse cenário é a fragilidade da maioria dos partidos, carentes de coerência na
conformação de suas alianças: uns são oposição no Recife, mas podem ser aliados
na peleja estadual e/ou na eleição presidencial.
A correlação
de forças atual, aparentemente vantajosa para o pré-candidato a governador João
Campos (PSB), há que ser mais rigorosamente cotejada adiante, na proximidade
das convenções partidárias: qual dos candidatos – João Campos ou Raquel Lyra –
contam com mais apoios nos municípios polo?
Acompanhemos.

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