21 março 2019

Bolsonaro nos EUA: submissão vulgar



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Amplitude indispensável


Luta de longo curso
Luciano Siqueira

A aprovação do governo Bolsonaro despenca em 15%, segundo Ibope. Uma recorde de rejeição com apenas dois meses de governo.
Os rastros da visita do presidente e sua comitiva aos Estados Unidos seguem como mote de ridicularizarão do governo brasileiro na cena internacional.
E há como que uma surpresa geral diante da precariedade do presidente e de parte do seu ministério, muito distantes de uma compreensão mínima da dimensão dos postos que ocupam.
Mas não nos enganemos: a ascensão de Bolsonaro à presidência da República, monitorada pelos Estados Unidos e subproduto do golpe jurídico-parlamentar que afastou a presidenta Dilma dois anos antes, configura o início de um novo ciclo retrógrado, tendo como fio condutor a tentativa de impor à nação, a ferro e fogo, uma agenda econômica ultra liberal, em contraste direto com as aspirações e necessidades da maioria da população.
Essa agenda não se viabiliza através do jogo democrático convencional. Necessita da interdição, inclusive pela via jurídica, dos movimentos sociais, dos partidos democráticos e do exercício crítico da intelectualidade progressista.
Demanda, portando, uma oposição unida e consequente, movida por descortino estratégico.
Mas no meio do caminho há muitas pedras, sobretudo de caráter subjetivo.
Predomina na esquerda uma visão simplista de que o resultado do pleito presidencial foi um acidente de percurso, na esteira da descrença geral na política e nos partidos e da manipulação das redes sociais.
E, senso assim, o atual governo não teria futuro, estaria fadado a inevitável fracasso e, por conseguinte, uma vitória da oposição no próximo pleito viabilizaria a retomada do ciclo progressista.
Nesse contexto, pela pressão popular e pela solidariedade internacional, Lula seria libertado e, pelo voto da maioria nos braços do povo, voltaria ao governo central.
Nada mais simplório e inconsequente.
É preciso sim, sem vacilações, resistir ao atual governo tanto através da chamada grande política – no Parlamento principalmente – e também pela base da sociedade.
Identificar em cada segmento social o mote próprio da resistência e conectá-lo com a defesa da democracia sob ameaça.
Em cada lugar e em todas as frentes de luta, unir forças em favor uma ampla frente democrática capaz de lograr o êxito desejado.
De outro modo, pelo caminho da disputa hegemonista e fratricida entre as correntes de esquerda chegaremos a lugar nenhum.
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20 março 2019

Declinio

‘Aprovação do governo Bolsonaro cai 15 pontos e vai a 34%, segundo o Ibope. Índice é inferior ao de FHC, Lula e Dilma no mesmo período do primeiro mandato. Reprovação do governo subiu de 11% para 24%.’ 

Ecos do vexame


Fissuras no governo do direitista Jair Bolsonaro aparecem o tempo todo. Uma delas, que se agrava, são as preocupações da cúpula das Forças Armadas com o capitão-presidente que, durante a viagem de Bolsonaro aos EUA, se manifestaram com força, causando alarme entre muitos generais, diz artigo publicado nesta terça-feira (19) na Folha de S. Paulo sob o título "Forças Armadas entram em alerta pelo tom belicista de Bolsonaro". Leia mais https://bit.ly/2ukfpkd

Bolsonaro nos EUA

Charge de Sid
Deslumbre infantil e subserviência
Luciano Siqueira

Já tivemos governantes carentes de uma consciência nacional elevada. Mas jamais tivermos tamanha demonstração de subserviência como a praticada pelo presidente Jair Bolsonaro e sua entourage, na recente visita aos EUA.

O presidente sequer consegue verbalizar uma frase aproveitável, digna de um chefe de Estado.

Alguém já disse que nem nos apresentamos ao mundo como republiqueta de bananas, mas agora verdadeiro laranjal (em alusão às práticas irregulares do partido do presidente, o PSL, no último pleito).

O fato é que o capitão presidente e sua comitiva praticaram um monte de gestos típicos de um país subserviente, automaticamente aliado com a grande potência.

A fala do presidente à Câmara de Comércio; as ofertas generosas do ministro Paulo Guedes, para quem não há perspectiva de desenvolvimento nacional se não através de relações privilegiadas com os EUA; a visita a CIA e generosidade unilateral dispensar pedido de visto de cidadão norte-americanos que viagem ao Brasil – sem a reciprocidade própria das relações diplomáticas entre nações soberanas -, e a entrega de bandeja da base de Alcântara para exploração pela NASA constituem um marco negativo da inserção do nosso País na cena internacional.

Até o convite à exploração da diversidade abrigada na parte brasileira da Amazônia foi oferecida ao governo norte-americano!

E para que não restem dúvidas quanto ao peso do clã no governo, o encontro de Bolsonaro com Trump no salão oval teve a presença do filho, deputado Eduardo, e não do chanceler Ernesto Araujo.

O fato é que essa nefasta missão aos EUA se soma a um conjunto de trapalhadas e desavenças na própria equipe de governo e à visível dificuldade de relacionamento com o Congresso Nacional – fatores de desgaste em relação à opinião pública e inibição da ação administrativa.

Como bem assinalou a líder da Minoria na Câmara dos Deputados, deputada Jandira Feghali (PCdoB-RJ), a comitiva brasileira se pautou por “absoluta subserviência e deslumbre infantil”.

“Um presidente que chega sem proposta, sem discurso e fazendo um discurso ideológico idiota, de confronto com o comunismo, socialismo, confronto com ideologias de gênero, com piadinhas sobre homofobia e colocando o Brasil à venda, sem nenhum projeto concreto”, assinala.

O presidente da República foi a Davos, voltou pequeno. E agora volta dos EUA menor ainda.

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19 março 2019

Ideias, jogo e luta


Hilma af Klint
Tostão e Afonsinho, a bola e a política
Luciano Siqueira

Em tempo bicudo, a cena política marcada nacionalmente por fatos tão deprimentes, vale um registro ameno sobre Tostão e Afonsinho

Ambos craques na acepção mais precisa do termo.  

Tostão laureado na Copa de 70, integrando um dos melhores times da seleção canarinho de todos os tempos.

Afonsinho, dono de rara intimidade no trato com a bola e excelente no passe, não teve a chance de brilhar em nosso escrete nacional. Mas vincou um traço de rebeldia na relação com treinadores e dirigentes, marcante na afirmação da dignidade dos atletas.

Ambos médicos de formação e colunistas — Tostão eu leio na Folha de S. Paulo (e frequentemente republico em meu blog 
www.lucianosiqueira.blogspot.com); Afonsinho, na CartaCapital.

Escrevem bem, donos de estilo descontraído, ao modo de conversa em mesa de bar.

Porém se diferenciam no conteúdo.

Tostão discorre sobre problemas táticos do futebol moderno com notável sabedoria. Passa a impressão de que vê todos os jogos dos grandes clubes nacionais e da Europa. Prevê situações. Compara estilos. Sugere desdobramentos.

Afonsinho mescla política e futebol e, de vez em quando, arte e costumes. Não aprofunda a análise, mas pauta a discussão. Escreve como quem joga conversa fora num começo de noite. E se posiciona em oposição aos rumos que o capitão Bolsonaro e sua entourage tentam imprimir ao Brasil.

Para quem gosta de futebol, mesmo sem comparecer aos estádios, como eu, seguir acompanhando esses dois craques extraordinários de ontem e cronistas de hoje é sempre um prazer. 

Porque o futebol brasileiro se confunde com a própria nação – a seleção brasileira é a Pátria de chuteiras, dizia Nelson Rodrigues. Tanto que quando a situação geral é ruim, dificilmente o futebol vai bem.

A conquista da Copa de 70, sob o regime militar, foi uma exceção. Hoje, com a vitória eleitoral de uma extrema direita sem eira nem beira, que tem em Trump sua principal referência, não estranha que as principais competições ofereçam quase nenhuma novidade e na Libertadores da América nossos clubes se nivelem a equipes bolivianas, venezuelanas e que tais. No passado, rivalizavam com os brasileiros apenas argentinos e uruguaios.

Vale ler os dois craques da crônica.

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Desmandos barrados


A reação do cansaço
Janio de Freitas, Folha de S. Paulo

As quatro derrotas dos integrantes da Lava Jato, na última semana, oferecem uma percepção retardatária e bem-vinda. A força e a sequência das derrotas, apesar das pressões disseminadas pelo grupo, indicam o esgotamento da tibieza com que autoridades maiores se curvaram a tantos desmandos, à margem da ação legal contra a corrupção, daqueles juízes e procuradores associados. Alguns começam a ver as entranhas sob o papel corretivo da Lava Jato.
Se faltassem exemplos, o fundo financeiro idealizado por Deltan Dallagnol e seus coordenados exibiria, por si só, todo o descaso do grupo, e de cada componente, por seus limites funcionais e legais. Deslocar R$ 2,5 bilhões de multa aplicada à Petrobras, tornando-os um fundo sob influência do grupo da Lava Jato, constituiu uma pretensão tão audaciosa, que exigiu práticas bem conhecidas dos procuradores e juízes moralizadores.
Primeiro forçar o acordo de desvio da multa devida à União ao Estado. Depois, firmar esse acordo, sem poder para tanto. Depois, incluir no projeto a ser examinado pela Justiça a afirmação falsa de que, nos termos negociados pela Petrobras para sua dívida nos Estados Unidos, ou os bilhões iriam para o tal fundo ou iriam para os americanos. É o grupo da Lava Jato aplicando os métodos de muitos dos seus presos e condenados por utilizá-los.
O Supremo Tribunal Federal destruiu o plano, dando motivo a uma decisão do ministro Alexandre de Moraes arrasadora, nos sentidos jurídico e moral. Já era a segunda derrota do grupo, porque sua chefe, a procuradora-geral Raquel Dodge, preferira abrir um conflito com a Lava Jato a admitir o negócio de fundo em nome do Ministério Público. Seu parecer pediu ao Supremo a rejeição do fundo e a anulação do acordo respectivo, por inconstitucionais no teor e inaceitáveis                                                                                                                                                                               na forma de obtê-los. O Supremo decidiu, ainda, que o caixa dois das campanhas eleitorais (o dinheiro não declarado) e os crimes conexos (por exemplo, lavagem do dinheiro, retribuição por meio do Estado) são inseparáveis para o processo e o julgamento, que cabem à Justiça Eleitoral, como diz o seu Código. 
A pressão da Lava Jato pela decisão oposta foi tão forte que indignou ministros do Supremo, como o decano Celso de Mello. Consumada essa terceira derrota, Deltan Dallagnol considerou que a decisãoda maioria dos ministros “começa a fechar a janela do combate à corrupção”. Acusações assim, e ainda mais fortes, têm sido usuais em integrantes da Lava Jato contra o Supremo.Gilmar Mendes é um alvo particular, mas os demais ministros não escaparam de represálias verbais por eventual desacordo com a Lava Jato. Dias Toffoli é o primeiro presidente do tribunal a adotar uma atitude contra essa prática, em que diz haver “ofensas criminosas”. Abriu, a respeito, um inquérito que, se levado a sério, tratará sobretudo da respeitabilidade do Supremo tão questionada, no país todo.
O esgotamento da complacência com os abusos de poder da Lava Jato se dá —é interessante isso— quando as condições lhes foram mais favoráveis. Até para avançarem ainda mais em poderes alheios. O governo de Jair Bolsonaro e a Lava Jato têm muitas afinidades, inclusive da atribuição de fins também religiosos ao poder público. Mas é possível que o desgoverno Bolsonaro, com o pasmo e a preocupação que causa, tenha dado contribuição involuntária, e ainda assim significativa, para o cansaço reativo onde reagir é menos conturbador.
Como complemento, também Sergio Moro — o ministro da carta branca que não pode indicar nem suplente de conselho — começa a passar por uma revisão de conceito entre seus admiradores. Em quase três meses, ainda não disse por que ser ministro. E o que disse, seria melhor ter calado. Sob sua inutilidade, o crime avança para mais brutalidade.
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Humor de resistência

Mariano vê a submissão de Bolsonaro a Trump

Como trabalham o vice-prefeito e equipe



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Orientação para um novo ciclo

Reunido entre os dias 15 e 16 de março, em São Paulo, o Comitê Central do Partido Comunista do Brasil (PCdoB) aprovou resolução política intitulada “Um novo ciclo de lutas em defesa da democracia, do Brasil e dos direitos do povo”. Nele, a direção nacional decorre sobre o cenário mundial em que ocorreu a eleição de um governo de extrema-direita no Brasil, analisa a formação e os primeiros passos do governo Bolsonaro. O documento aponta como estratégia para barrar as tentativas de desmonte e retrocesso ao Brasil e dos direitos da população tendo como centralidade o reconhecimento do papel da esquerda política e social. Para enfrentar o novo ambiente político, o PCdoB propõe a união de amplas forças tendo a democracia como bandeira central. “Deve reger a constituição dessa frente a união de todas as forças possíveis de serem unidas, com o objetivo de isolar e derrotar o governo da extrema-direita. Essa é a tática geral da luta atual”, diz a nota. Leia aqui https://bit.ly/2YbxtuT

No chão

'Trump ignora chanceler Ernesto Araújo e parabeniza Eduardo Bolsonaro pelo “trabalho” sobre a Venezuela.' [Baixo nível em relações diplomáticas tem disso. Arre!]

Previdência ameaçada (9)


"Um dos problemas mais graves que se oberva na transição para a via liberal financista do regime de previdência é que seus efeitos nefastos só serão sentidos no longo prazo, após algumas décadas de vigência do novo sistema". A Organização Internacional do Trabalho (OIT) é um importante organismo multilateral que faz parte do sistema da Organização das Nações Unidas (ONU). Nesse ano ela comemora um século de existência, pois foi fundada ainda no âmbito do Tratado de Versalhes, na sequência do novo arranjo entre as nações, que foi estabelecido após o fim da Primeira Guerra Mundial. Assim, a OIT surgiu em 1919 e tem sua sede localizada em Genebra na Suíça. A instituição tem por objetivo central promover a justiça social em escala global, sendo a única dentre as organizações da ONU que mantém uma estrutura tripartite de representação em suas instâncias de deliberação. Isso significa que ali estão presentes representantes dos governos, dos trabalhadores dos empregadores. Leia mais https://bit.ly/2OdWsJb

Esperteza sem escrúpulos



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Capacho

Já se previa que a visita do presidente Jair Bolsonaro aos Estados Unidos iria causar engulhos aos defensores da soberania nacional, e os dois primeiros dias da comitiva do governo brasileiro em solo americano confirmaram este temor. Com sobras. Rompendo uma tradição de trinta anos, um presidente do Brasil, em sua primeira visita oficial, vai antes aos EUA e não à Argentina, nossa vizinha mais importante na América do Sul. Esta decisão, por si só, já seria um sinal mais do que suficiente para deixar claro para o mundo o novo rumo da política externa brasileira sobre o comando da extrema-direita. Mas a coisa vai mais longe e assume ares de uma verdadeira afronta à dignidade do Brasil como nação. Leia mais https://bit.ly/2CrGh6q

Apoio indevido

‘Em entrevista à emissora de TV norte-americana Fox News, Jair Bolsonaro manifestou apoio à construção do muro pretendido por Donald Trump na fronteira com o México.’ [A bajulação leva a se meter aonde não deve.]

De joelhos

Bolsonaro e comitiva nos Estados Unidos: triste espetáculo de subserviência. Ai de ti, soberania nacional!

18 março 2019

PCdoB-PPL


Em um dia histórico para os comunistas do Brasil, o PCdoB e o PPL realizaram, neste domingo(17), congressos extraordinários para aprovar a união dos dois partidos. A partir de agora as duas legendas se unem numa só: o PCdoB, culminando um rico processo iniciado há cerca de cinco meses. Nesta segunda-feira será encaminhado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), o pedido para que a corte homologue a incorporação. Leia mais https://bit.ly/2OdyGNt

De mãos dadas

“Insulte aqui que eu insulto lá”, uma frase que cabe perfeitamente na boca de Bolsonaro em conversa com Trump. Ambos governam atacando seus opositores — um modo de fugir ao debate de ideias conflitantes. 

Marcha à ré

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, critica a diversificação de parceiros internacionais e a inclusão da China, países da Europa e latino-americanos entre os principais mercados compradores de produtos brasileiros. Quer um retorno à dependência das trocas com os EUA. Uma imensa insensatez num mundo multipolar e a cada dia mais complexo. 

Santo de barro

Na ânsia de agradar Trump, Bolsonaro há de maneirar o tom do discurso hostil à China, sob pena de repercussões econômicas negativas. O Fundo de Cooperação Brasil-China para Expansão da Capacidade Produtiva, que pode chegar a 20 bilhões de dólares, está travado por iniciativa chinesa, assim como está prevista forte redução da importação de soja brasileira neste ano — das 83,8 milhões de toneladas previstas em dezembro para 70,1 milhões anunciadas agora. Comércio internacional não é para presidente incompetente e boquirroto.

Cinismo

Na ‘Santa Ceia’ da extrema direita, em Washington, EUA, Bolsonaro fala em defender a democracia. Tamanha desfaçatez convence a quem?

17 março 2019

Poesia sempre


Manabu Mabe
O sonho
Clarice Lispector

Sonhe com aquilo que você quer ser,
porque você possui apenas uma vida
e nela só se tem uma chance
de fazer aquilo que quer.

Tenha felicidade bastante para fazê-la doce.
Dificuldades para fazê-la forte.
Tristeza para fazê-la humana.
E esperança suficiente para fazê-la feliz.

As pessoas mais felizes não tem as melhores coisas.
Elas sabem fazer o melhor das oportunidades
que aparecem em seus caminhos.

A felicidade aparece para aqueles que choram.
Para aqueles que se machucam
Para aqueles que buscam e tentam sempre.
E para aqueles que reconhecem
a importância das pessoas que passaram por suas vidas.

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Esculacho

Desmoralizante o comentário de colunista do Estadão acerca da viagem de Bolsonaro aos EUA: “Depois de desperdiçar Davos e ocupar seus dos 45 minutos a que tinha direito para atrair o interesse do mundo para o Brasil, Bolsonaro terá novamente todos os holofotes e não pode amarelar, fugir de entrevista e pisar de ‘simplesinho’, mas, sobretudo, é preciso afastar a ideia de um alinhamento automático com os EUA”.

16 março 2019

Energúmeno

Fritado em água e sal e execrado publicamente, por que o folclórico ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodriguez, não pede demissão? Alguém sabe? 

Natureza espúria

O governo Bolsonaro encarna “uma aliança entre reacionários, conservadores e liberais de direita, corporações do Estado que, sob a égide direta dos setores rentistas, buscam consolidar a nova ordem política, econômica e social, para alterar o regime político democrático garantido pela Constituição.” (Da Resolução Política do PCdoB em debate hoje).

O olhar de Pedro Caldas sobre a cidade (8)

Pedro Caldas

Arte é vida

Pablo Picasso

15 março 2019

Diversionista

‘Em nova live, Bolsonaro lamenta tragédia de Suzano e 'esquece' da Previdência. Presidente voltou a criticar a Folha de S. Paulo e falar em bananas e trânsito.’ [Despreparado, sem eira nem beira].

PCdoB-PPL

Em seu informe ao pleno da direção nacional do PCdoB, Luciana Santos destacou com entusiasmo o ingresso dos companheiros do PPL em nosso Partido — acontecimento de valor estratégico.

Chamuscado

O despreparado e histriônico ministro da Educação, Ricardo Vélez Rodríguez — politicamente mais frágil do que uma barata tonta —, diz que permanecerá ministro. Até quando? 

Baixo nivel

Um presidente despreparado e fútil. Segundo o Estadão, dos primeiros 515 tweets de Bolsonaro publicados entre 1º de janeiro a 5 de março 95 deles fazia saudações a amigos e aliados, 51 sobre questões ideológicas, 31 criticando a imprensa, 30 rebatendo críticas e apenas 5 mencionando a reforma da Previdência. Aí de ti, República!