22 maio 2026

Palavra de Luciana

A ciência como motor da transformação e da equidade em Alagoas
Investimentos em pesquisa, conectividade, educação e inovação impulsionam o desenvolvimento regional e ampliam oportunidades no estado.
Luciana Santos/Vermelho   
 

Quando assumimos o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), sob a orientação do presidente Lula, o nosso norte foi traçado com clareza: a ciência não pode ser um adereço ou um privilégio de poucos; ela deve ser um instrumento concreto de transformação social, de redução de assimetrias e de melhoria real na vida das brasileiras e dos brasileiros. Em Alagoas, esse compromisso se materializa em números expressivos e em entregas que marcam o início de um novo tempo.

O governo do presidente Lula tem um olhar atento e um respeito profundo pelo Nordeste. Reconhecemos em Alagoas um polo estratégico de inteligência e capacidade produtiva. Temos a convicção de que é a partir da força regional que construiremos as respostas para os grandes desafios nacionais, desde a neoindustrialização até a necessária inclusão digital e a formação de nossas juventudes.

Os números falam por si e revelam a magnitude do nosso esforço. Entre 2023 e 2025, o MCTI destinou R$ 398,7 milhões para Alagoas. Esse montante representa um salto histórico de 583% em relação ao período de 2019 a 2022, quando o investimento foi de apenas R$ 58,4 milhões. Estamos falando de um volume de recursos sete vezes maior. Essa não é uma escolha administrativa comum; é uma decisão política de enfrentar as assimetrias regionais e garantir que a ciência chegue onde ela é mais necessária.

Superamos o tempo em que o fomento se concentrava em poucas mãos e regiões. Estamos desconcentrando recursos para garantir que o conhecimento floresça onde o povo está.

Em solo alagoano, essa estratégia ganha corpo com projetos robustos. Por meio da Finep, estamos viabilizando mais R$ 188,4 milhões em novos projetos para inovação industrial e infraestrutura de pesquisa. Um exemplo emblemático é o projeto de Indústria 4.0 da Norsa Refrigerantes, que recebeu R$ 160,6 milhões em crédito reembolsável. É a inovação chegando à fábrica, gerando competitividade, empregos qualificados e fortalecendo a nossa economia real.

Mas sabemos que não há inovação sem gente, sem pesquisa e sem infraestrutura pública sólida. Por isso, estamos modernizando os laboratórios da Universidade Federal de Alagoas (UFAL) e do Instituto Federal de Alagoas (IFAL). Fortalecer nossas instituições públicas de ensino é garantir que o talento alagoano tenha as ferramentas necessárias para criar soluções locais para problemas globais.

Outro pilar dessa reconstrução é a Infovia Alagoas. Estamos implantando aproximadamente mil quilômetros de fibra óptica de alta capacidade, conectando 11 municípios. No mundo de hoje, conectividade é sinônimo de cidadania. Levar internet de qualidade para o interior é abrir janelas para o ensino, para a pesquisa e para o empreendedorismo digital.

E, porque o futuro se planta no presente, lançamos com muito orgulho o programa Mais Ciência na Escola. Com investimento de R$ 3 milhões, estamos implantando 30 laboratórios “mão na massa” em escolas da rede pública estadual, com bolsas para estudantes e formação para professores. Queremos despertar a vocação científica cedo, democratizando o letramento digital e mostrando aos nossos jovens que o universo da ciência também pertence a eles.

Cada ação realizada em Alagoas reafirma nossa visão de mundo: o conhecimento deve servir para libertar e incluir. O balanço do que fizemos até aqui mostra que Alagoas está no caminho certo, assumindo um papel de protagonismo no cenário nacional.

Seguiremos trabalhando para que Alagoas e todo o Nordeste ocupem o lugar de protagonismo que é seu por direito. O projeto do presidente Lula é o de um Brasil soberano, inclusivo e desenvolvido. E esse Brasil passa, necessariamente, pelo fortalecimento da nossa ciência.

Assine seu comentário para que possamos publicá-lo. https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/04/sua-opiniao.html

Era de passagem: uma especulação futurista
https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/04/abraham-sicsu-opina.html

Humor de resistência

 

Lotti

Retratos da vida https://lucianosiqueira.blogspot.com/ 

Minha opinião

Roupa suja mal lavada
Luciano Siqueira
instagram.com/lucianosiqueira65     

Precisando tanto se explicar, o senador Flávio Bolsonaro pouco convenceu na reunião com a bancada do PL ansiosa diante de tanto gol contra praticado pelo dito cujo.

Parte dos parlamentares mais atentos e temerosos considera logo que as denúncias surgiram ele deveria ter “aberto” seu contato com o banqueiro. Daniel Vorcaro, dono do Banco Master, com quem negociou R$ 134 milhões para o filme biográfico do seu pai, o ex-presidente encarcerado Jair Bolsonaro.

Quanto mais o site Intercept aciona o conta gotas, mais problemas surgem para o pré-candidato à presidência da República.

As respostas do senador são sempre parciais e suspeitas. Agora pediu prazo de 30 dias para sua equipe detalhar os gastos com o filme.

Por que em 30 dias e não no dia seguinte?

Diz-se que roupa suja se lava em casa. Neste caso, muito mal lavada.

Assine seu comentário para que possamos publicá-lo. https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/04/sua-opiniao.html

Filme falseia a história para transformar Bolsonaro em mártir e vender conspirações https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/05/dark-horse.html 

Postei nas redes

Torcida organizada do Palmeiras pede a demissão do campeoníssimo técnico Abel Ferreira. Dá pra entender? 

Futebol permite sonhar o sonho impossível https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/05/futebol-ciencia-arte.html 

Sylvio: e agora?

A extrema direita, depois de se entregar de corpo e alma a candidatura do senador Flávio Bolsonaro à presidência, parece se encontrar num beco sem saída, com a divulgação das notícias de seu obscuro relacionamento com o banqueiro Vorcaro.

Sylvio Belém  

Quem procura, acha https://lucianosiqueira.blogspot.com/

Minha opinião

Errático e inconsequente
Luciano Siqueira
instagram.com/lucianosiqueira65 
 


A crítica é do insuspeito Thomas L. Friedman, colunista do New York Times: Trump não tem nenhuma estratégia para lidar com o Irã. Juntamente com Netanyahu, deflagrou um conflito armado de forma impulsiva, sem consultar aliados internacionais e sem definir alternativas para as etapas seguintes do confronto.

Friedman acentua que houve um grave erro de cálculo ao subestimar a capacidade de resistência e a força de retaliação do regime de Teerã. Daí a guerra passou a ameaçar o comércio global de petróleo e a estabilidade econômica mundial e, de quebra, a fragmentação das relações multilaterais entre as nações.

Agora o presidente norte-americano tenta forçar o Irã a negociar sob os seus próprios termos de forma unilateral. Por outro lado, o governo iraniano resiste firmemente e impõe condições duras na tentativa- algo inadmissível em qualquer circunstância.

A ausência de uma estratégia diplomática e militar sólida deixa o governo americano refém de um cenário imprevisível. Um sinal claro de decadência de uma superpotência que esperneia diante de um novo cenário global que se contrapõe a seus interesses imperialistas – acrescento.

Se comentar, identifique-se https://lucianosiqueira.blogspot.com/2025/06/participe.html

Estética imperialista: A política do espetáculo https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/01/estetica-imperialista.html 

Se opinar, identifique-se

 

Para inserir sua opinião sobre qualquer conteúdo no blog, clique sobre a palavra "comentários", abaixo. Ao  postar sua opinião, assine -  para que possamos publicar o que você escreveu. 

Acompanhe aqui https://lucianosiqueira.blogspot.com/