26 junho 2026

Boa notícia

Melhora socioeconômica reduz população nas classes D e E
Baixo desemprego e programas sociais fizeram com que as classes D e E encolhessem a menos de 20%, o menor nível da série histórica da consultoria 4Intelligence
Murilo da Silva/Vermelho    

Levantamento da consultoria 4Intelligence mostra que as classes D e E diminuíram no Brasil com a melhora no cenário econômico-social nos últimos anos.

O estudo revela que as classes D e E chegaram ao menor nível em 2025 e agora correspondem a 19,4% da população brasileira. Isso equivale a cerca de 41 milhões de pessoas que vivem em domicílios com renda de até R$ 760 por pessoa.

A série histórica do estudo analisa dados desde 2012, quando as classes D e E, as mais humildes da sociedade, representavam 31,6%. Essas classes chegaram a ser 34% da sociedade durante a pandemia de covid-19, em 2021.

A diminuição das classes D e E reflete a ascensão social propiciada desde 2023 pelo governo Lula.

Ao Valor, o economista Bruno Imaizumi, líder do estudo, indica que o resultado é motivado pela melhora do mercado de trabalho e programas de transferência de renda. Nesse sentido, destacam-se os menores índices de desemprego da história e o aperfeiçoamento do Bolsa Família, chegando a quem mais precisa.

No entanto, o pesquisador pondera que as famílias que ascenderam ainda dependem de que este bom cenário permaneça para se manterem nas classes acima, pois as reservas que fizeram ainda não são suficientes. Isso demonstra que, apesar do quadro favorável, as vulnerabilidades financeiras ainda demandam atenção.

A classe A, por sua vez, passou de 2,7% em 2012 para 3,8% em 2025 (mais de 8 milhões de pessoas). Ela representa brasileiros que vivem em domicílios com renda pessoal acima de R$ 7.989.

Já as classes B1 (13,9 milhões de pessoas) e B2 (30,2 milhões) correspondem a 20,8% da população, sendo que a primeira tem renda per capita até R$ 7.989 e a segunda até R$ 5.123.

Com a mobilidade das classes D e E, a classe C cresceu e alcança 56% dos brasileiros, somando as classes C1, com rendimento até R$ 2.825 (43,8 milhões de pessoas), e C2, com rendimento até R$ 1.852 (75,3 milhões de pessoas).

Apesar da diminuição das pessoas nas classes mais baixas (D e E), a diferença de renda média ainda chama a atenção para o nível de desigualdade que ainda persiste. Conforme a consultoria, o rendimento domiciliar per capita médio das classes D e E ficou apenas em R$ 453. No entanto, a classe A tem uma renda média por pessoa de R$ 14.214, quase 31 vezes maior em relação aos mais pobres. (*Com informações Valor)

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Duas faces da cena pré-eleitoral https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/06/minha-opiniao_01490491014.html

25 junho 2026

Palavra de poeta

a parede e a flor 
Cida Pedrosa    

o paredão de pedra 
divide são paulo e eu 
 
as nuvens passam beirando as balas 
e as meninas dos sinais 
 
as barbas do edifício estão de molho 
neste frio mariano
 
são paulo é uma cidade do alto 
mas aqui também tem girassóis 
 
mesmo que o frio arda
mesmo que a noite adentre a boca 
mesmo que a boca adentre a terra 
 
são paulo é uma cidade do alto 
mas aqui também tem girassóis 
mesmo que girem pra brindar a morte
 
[Ilustração: Yara Tupynambá]

 
Leia também: 'A demora', poema de Mia Couto https://lucianosiqueira.blogspot.com/2025/12/palavra-de-poeta_9.html 

Futebol argentário

Como o capitalismo sequestrou a Copa e o sonho de uma criança
O que vi nesses últimos 25 anos faz com que me sinta profundamente traído pelas instituições do futebol
Jamil Chade/Liberta   

O que acontece dentro do prédio da Fifa, em Zurique, sempre me surpreende. Primeiro, por sua arquitetura. O palácio de vidro de mais de US$ 250 milhões tem alguns andares acima da terra. Mais outros cinco no subterrâneo. Em algumas das salas, aparelhos foram colocados para bloquear os sinais de celular. Por qual motivo o destino do jogo é desenhado tão longe da transparência do escrutínio público?

Mas não é só a estrutura de 37 mil metros quadrados que me impressiona. Numa de minhas visitas ao local, certa vez, uma cena surreal desbancou todas as fronteiras da civilização. Cansados de serem multados pela Fifa por cantos homofóbicos de seus torcedores durante partidas das Eliminatórias para a Copa do Mundo, os cartolas da Conmebol pediram um encontro com o comitê de disciplina da entidade máxima do esporte.

Antes de a reunião começar, no saguão da Fifa, questionei um dos dirigentes – um uruguaio – sobre qual seria a agenda do encontro. A resposta era difícil de acreditar. Segundo ele, a Conmebol iria pleitear que a Fifa suspendesse a aplicação de multas. Sua postura era a de que aqueles cantos homofóbicos não deveriam ser interpretados como ofensas. “Eram apenas uma expressão cultural”, me disse. 

Talvez por minha expressão de surpresa ou por meu absoluto silêncio, o cartola tentou se explicar. Segundo ele, torcedores que usam de linguagem homofóbica não são… homofóbicos. Era cultura.

A Fifa não cedeu e as multas continuaram a ser cobradas, ainda que os valores fossem pífios. Mas, no fundo, a absurda pressão por parte dos dirigentes sul-americanos deu resultado. A entidade nunca aumentou a pena, nem transformou suas leis para punir exemplarmente uma ação de uma torcida, jogador ou clube que opte por fazer do futebol um espaço de ataque à dignidade de um outro ser humano.

Assim como na luta contra o racismo, o combate à homofobia e tantas outras discriminações no futebol jamais foi prioridade. Nem quando o mundo inteiro clama por justiça, o amor em sua forma de política pública.

Mergulhando nos estatutos da Fifa e nas centenas de páginas de contratos comerciais de empresas do futebol, descobri que, se houver num estádio de uma Copa do Mundo uma violação comercial, a multa que será aplicada será muito superior a qualquer penalidade que um clube, federação, jogador ou torcedor sofrerá no caso de um ataque à humanidade de uma pessoa.

Se for identificada na arquibancada uma ação de marketing que ameace os donos dos direitos sobre aquele jogo, a punição será mais draconiana do que qualquer ato de racismo ou de homofobia. Vi isso ocorrer na Copa de 2010, quando supostos torcedores da Holanda foram às arquibancadas com fantasias que sugeriam um marketing de emboscada de uma cervejaria que fazia concorrência à patrocinadora oficial.

Descrédito ao esporte

Em 2007, a Fifa encerrou uma disputa comercial pelo patrocínio das Copas do Mundo, desembolsando US$ 90 milhões para arcar com danos sofridos pela MasterCard. Quase 20 anos depois, a mesma entidade decidiu multar as autoridades de futebol de Israel por apenas US$ 190 mil por não agirem contra o racismo e ataques de seus clubes contra palestinos.

O próprio comitê disciplinar da Fifa admitiu a existência de uma profunda violação por parte de clubes israelenses, em especial o Beitar Jerusalem, por comportamento racista e discriminatório. “Os torcedores têm se envolvido em comportamento racista persistente e bem documentado”, afirmou o relatório sobre os torcedores do Beitar.

“O uso de slogans como ‘puro para sempre’ e os repetidos cânticos de insultos étnicos, como ‘terrorista’, direcionados a jogadores árabes, não são incidentes isolados, mas sim parte de um padrão sistêmico de conduta que ofende as regras básicas de comportamento decente e traz descrédito ao esporte”, constatou. Apesar disso, a punição não passou de um tapa na mão dos autores das violações.

Num futebol transformado em uma multinacional capitalista, o maior pecado não é atacar os direitos humanos, nem exigir democracia. O crime hediondo é quando os interesses econômicos são prejudicados. Isso, sim, é intolerável.

A transformação do futebol num dos grandes negócios do planeta é um fato e todos os números revelam isso. Entre 2019 e 2022, a receita da Fifa bateu todos os recordes, com um total de US$ 7,6 bilhões. Para o ciclo entre 2022 e 2026, a projeção é de um aumento exponencial e uma receita de US$ 13 bilhões. O que mais surpreende é que, há 20 anos, a receita da entidade era de “apenas” US$ 3,2 bilhões.

Isso, porém, é só parte da história. A grande transformação foi a explosão de dinheiro nos clubes europeus, abalando o eixo do poder no esporte. Hoje, os 20 maiores clubes do mundo geram, por ano, US$ 12 bilhões, quase uma Copa do Mundo. Se eles fossem uma economia nacional, superariam o PIB de países inteiros como Libéria, Sudão do Sul, República Centro Africana, Cabo Verde e tantos outros.

Recentemente, o Real Madrid entrou para a história como o primeiro clube a gerar mais de US$ 1 bilhão em receita por ano.

De acordo com um levantamento do Parlamento Europeu, em 2018, a participação do esporte no Produto Interno Bruto (PIB) da UE é de 2,12%, o que corresponde a €$ 279,7 bilhões. Além disso, o esporte emprega quase 3% dos trabalhadores da UE, o equivalente a 5,6 milhões de pessoas, diretamente e indiretamente.

Esse dinheiro, sem dúvida, mudou o futebol. Cada vez mais ricos, esses clubes passaram a exigir um lugar na mesa de definição do esporte, de seu calendário e de suas regras.

Num primeiro momento, esses clubes exigiram que a Fifa reconhecesse seu poder, chantageando com a recusa em liberar um jogador para sua seleção ou, simplesmente, promovendo um boicote contra eventos da entidade.

Naquele momento, há cerca de 20 anos, o então presidente da Fifa, Joseph Blatter, negociou um acordo para remunerar os clubes pelos ganhos que a entidade teria com uma Copa. Primeiro, ele passou a dar um seguro caso um atleta do Barcelona, por exemplo, fosse contundido em um jogo pela Seleção brasileira. Mas os clubes queriam mais.

Anos depois, ele instaurou o pagamento de um verdadeiro aluguel aos times por liberar os jogadores ao Mundial. Quanto mais aquele jogador entrasse em campo numa Copa, mais o clube dele seria recompensado financeiramente.

Para 2026, a Fifa reservou US$ 355 milhões para recompensar times por “emprestar” seus craques para o Mundial. A questão é que esse dinheiro vai alimentar justamente aqueles clubes mais ricos do planeta, e que já são donos dos melhores jogadores. Na Copa de 2022, a Fifa destinou US$ 150 milhões para os clubes europeus por liberarem seus jogadores ao torneio. Quase cem vezes mais do que os clubes brasileiros receberam. E, ainda assim, quase tudo para Flamengo e Palmeiras.

Poder do dinheiro

A realidade é que, junto com essa explosão financeira, o que também vimos foi a concentração inédita de recursos nas mãos de poucos atores do futebol. Os clubes mais ricos são os que mais acumulam receitas dos torneios. Como consequência, são os mais competitivos e, portanto, ficam ainda mais ricos. O dinheiro, de fato, mata o amor e a competição.

Vimos a distância entre os clubes europeus e do restante do mundo se aprofundar como jamais na história do esporte. Nos últimos 20 anos, o Mundial de Clubes foi vencido apenas por dois clubes de fora da Europa, ambos brasileiros.

Segundo um levantamento da Fifpro, a disparidade social é uma realidade. Quarenta e cinco por cento dos jogadores pelo mundo ganham menos de mil dólares por mês. Apenas 2% ganham mais de US$ 720 mil por ano.

A igualdade de gênero é ainda um sonho distante. Aitana Bonmati é hoje a jogadora profissional mais bem paga da história do futebol feminino, com renda anual de €$ 1 milhão. Já Cristiano Ronaldo somou no ano passado mais de €$ 202 milhões.

O que chama atenção ainda é a crescente disparidade até mesmo dentro da Europa. Hoje, no Velho Continente, 70% dos títulos nos últimos cinco anos foram vencidos pelos clubes com mais dinheiro naquela competição. Troféus são, no fundo, disputados por alguns poucos, enquanto a maioria não passa de coadjuvante para torcidas que jamais verão seus clubes campeões.

Hoje, equipes de Bucareste, Belgrado, Porto ou da Holanda deixaram de sonhar com conquistas continentais. O que no futebol a Cortina de Ferro não impediu, durante o auge da Guerra Fria, o capitalismo garantiu neste século 21: a vitória do dinheiro.

Uma prova do poder do dinheiro foi a decisão que determinou como seria realizada a Copa do Mundo de 2026. Lembro-me muito bem da reunião da Fifa que colocou, pela primeira vez, o tema na agenda. Foi em outubro de 2016 e eu estava lá.

Antes do encontro, cada um dos cartolas encontrou, em seu quarto de hotel, um dossiê com todos os detalhes da proposta de elevar o número de seleções de 32 para 48. Num dos trechos, o documento dizia que, caso optassem pela expansão sem precedentes, o nível da competição iria sofrer. Mas, em outra página, um argumento acabaria prevalecendo: com 16 times extras, a receita da Copa – e de cada um daqueles homens que votaria – seria elevada em US$ 1 bilhão.

Entre a grana e a qualidade do torneio, optaram pelos lucros.

Naquele dia, eu comprovei como o futebol havia sido usado como um veículo para o enriquecimento de alguns poucos, às custas do próprio esporte e, claro, da experiência do torcedor.

O que eu vi ao longo desses últimos 25 anos na Fifa foi um sequestro de nossas emoções. Eu, que passei minha infância entre o Morumbi e o Pacaembu, me senti profundamente traído pelas instituições do futebol.

Passei a escrever, em parte, para alertar o garoto que frequentava os estádios nos anos 1980 e 1990 que não renunciasse ao futebol. Que não deixasse de torcer.

Mas que o fizesse de forma consciente. Sabendo por qual motivo aquele jogo estava ocorrendo naquele horário, quem pagava e quem vencia, principalmente fora de campo. Foi essa indignação que me levou a denunciar a estrutura de poder. Não por odiar o futebol. Justamente por amá-lo. 

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Como o povo brasileiro transformou o futebol em símbolo nacional https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/06/nosso-futebol-ja-foi-o-melhor.html 

Fotografia

 

Luciano Siqueira 

Minha opinião

Mercado das ilusões
Luciano Siqueira      

A Copa do Mundo de futebol é uma imensa holding que promove o lucro pela exploração do sentimento.

É verdade que o futebol nunca foi apenas o jogo. Abola rolando no gramado é o pretexto. A mercadoria é a transitória emoção. Mesmo quando apenas retratada em sofisticadas imagens na TV e mídias digitais.

Ao alcançar dimensão global, o grande negócio do futebol concorre com o petróleo e a tecnologia do silício, por assim dizer.

A FIFA e os seus parceiros comerciais exploram a catarse estimulada nos canais de televisão e nos aplicativos de apostas, que associam habilmente engenhosas jogadas, como o passe de calcanhar do meia-atacante ou a defesa espetacular do goleiro desviando a bola na forquilha.  

Comercializa-se tudo, nos mínimos detalhes: o plano de streaming, a camisa oficial de preço inflacionado, a cerveja mais enaltecida pela propaganda e não-sei-o-que mais que nos ofusca na tela da TV.

Explora-se o desejo inconsciente de pertencimento, a fantasia do instante.

A consciência patriótica momentaneamente perde seus liames com o território, a cultura, a luta por direitos e a preservação da soberania. Transforma-se na bandeira nacional adicionada a rótulos vários.

O cotidiano duro, monótono, carregado de boletos e de pequenas frustrações se transmuta por quase quarenta dias numa mágica empreitada em que a vitória (qual?) se faz possível.

O torcedor não é apenas um espectador; ele se vê como figurante que paga para atuar no espetáculo da própria ilusão.

Apesar de tudo, quando o gol acontece o abraço entre desconhecidos e a celebração entre amigos se converte em instante de efusiva felicidade, ainda que efêmera.

Dizia Nelson Rodrigues que cada lance, cada drible rumo à rede carregava a aura de uma guerra épica e o drama da vida e da morte. O autor do gol assume a aura de um herói ou algoz impiedoso que promove a "destruição minuciosa" da defesa adversária, deixando-a totalmente indefesa. A personificação do torcedor por um instante livre de todas as limitações e mazelas.

A se concluir, a Copa terá ensejado novos negócios em diversas dimensões, à revelia dos seus verdadeiros atores – os atletas e o apaixonado público reunido nos estádios e diante das telas nos cinco continentes.

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"Ai de ti, futebol brasileiro" https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/03/qual-futebol.html 

O PCdoB e Lula

O selo do PCdoB na frente pró-Lula*
Luciano Siqueira    


Apesar dos múltiplos ataques da extrema direita e parte dos segmentos conservadores, pouco a pouco a pré-candidatura de Lula à reeleição ganha fôlego.

No polo oposto, segmentos mais reacionários ainda se dividem entre algumas postulações e a principal delas, a do senador Flávio Bolsonaro (PL), não consegue esconder seu imenso e arriscoso telhado de vidro.

Nesse contexto, o documento "Avançar na construção da reeleição de Lula e na vitória do projeto eleitoral do PCdoB", recém-lançado pela direção nacional do Partido, faz-se oportuno e duplamente indispensável: sinaliza para a atualização da plataforma eleitoral da ampla frente pró-Lula e põe nas mãos de sua militância, uma vez mais, ideias-força que lhes permite navegar no oceano da amplitude e ao mesmo tempo tingir com o matiz vermelho esforços próprios ao êxito eleitoral e ao revigoramento do proletariado e das massas populares.

Unidade e amplitude, sim; sem abrir mão do próprio selo de classe, contudo. Na melhor acepção leninista.

Assim, o PCdoB tem participação ativa na formulação das “Diretrizes para o desenvolvimento do plano de governo 2027-2030” através dos núcleos temáticos e fundações para formular as diretrizes do plano de governo; e sublinha com traços nítidos sua concepção desenvolvimentista a um só tempo resistente ao neoliberalismo predominante e proponente de reformas estruturais de caráter patriótico e democrático.

Assim, o papel do Estado – que deve superar os condicionantes neoliberais na condução da economia e adotar medidas estruturantes para além das imposições do capital financeiro - há que se fortalecer, confrontando o cipoal de emendas constitucionais e de dispositivos infraconstitucionais que o fazem disfuncional e inoperante.

Pela voz de candidatos e candidatas ao parlamento federal e estadual, o Partido reforça “a perspectiva de um futuro de desenvolvimento soberano para o país, com mais democracia, vida de prosperidade, de paz e segurança para o povo” em íntima relação com a pauta atual dos trabalhadores e demais segmentos populares, notadamente “a grande e decisiva batalha para aprovar, também no Senado Federal, a significativa vitória na Câmara dos Deputados com a aprovação da Proposta de Emenda à Constituição (PEC) que propõe o fim da escala 6×1 e a redução da jornada máxima de trabalho”.

Embora sob a pressão de tendências predominantes entre as diversas forças em presença por campanha difusa, no conteúdo e nas formas organizativas, o PCdoB põe em movimento sua estrutura de Comitês de direção intermediária e Organizações de Base no intuito de conquistar o voto e de contribuir na estruturação de renovado movimento popular.

*Texto da minha coluna semanal no portal 'Vermelho'

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Leia também “Cida: luta, consciência e afeto” https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/06/minha-opiniao_0343482442.html   

Sylvio: jogo duro

O grande número de contusões ocorridas em jogadores durante a Copa leva a uma reflexão: não será o caso de se rever os métodos de preparação física dos atletas? Parece que estão sendo treinados para correr por longas distâncias, mas a musculatura não está  suportando. Ou isto se deve a outros fatores?

Sylvio Belém   

A Copa do Mundo agora e no passado https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/06/minha-opiniao_0995517251.html