Com o filme “As Sufragistas”, estaremos enfrentando mais de
perto o seguinte debate: qual o espaço para o “feminismo marxista” nessa
história? A maior parte das historiadoras da primeira onda do feminismo parece
ignorar que as mulheres soviéticas já votavam, tinham direito a aborto seguro e
legal e participavam da vida política, quando as sufragistas conquistaram (de
forma seletiva, ainda por cima) o direito ao voto. Leia mais: http://twixar.me/WnY
A construção coletiva das idéias é uma das mais fascinantes experiências humanas. Pressupõe um diálogo sincero, permanente, em cima dos fatos. Neste espaço, diariamente, compartilhamos com você nossa compreensão sobre as coisas da luta e da vida. Participe. Opine. [Artigos assinados expressam a opinião dos seus autores].
23 janeiro 2016
Desigualdade social global
Enquanto isso...
Eduardo Bomfim, no Portal Vermelho
O relatório do Banco
Credit Suisse informa que em 2015 o patrimônio dos biliardários, que
representam apenas 1% da população do planeta, passa a acumular uma fortuna
superior a todo o resto da população do mundo.
Ou seja a fortuna de 70 milhões de super ricos é
superior à do restante dos sete bilhões da população, dos mortais comuns da
Terra. Sendo que nos últimos cinco anos o processo de acumulação de capital das
62 pessoas mais ricas do globo cresceu 44% enquanto aquele em mãos de 44% da
população mundial caiu 41% apesar do crescimento populacional em 400 milhões de
pessoas.
Quer dizer, em plena crise da Nova Ordem mundial
que ancora o sistema financeiro, a riqueza produzida no mundo ficou ainda mais
concentrada nas mãos de um exclusivíssimo clube de incríveis potentados. Já as
maiorias sociais do planeta viram encolher sua participação no conjunto da
riqueza global.
Já o corte das garantias trabalhistas, sociais,
tornou-se na Europa, EUA, a marca das políticas conservadoras, o “sacrifício
necessário para superar a crise econômica” desses Países.
Para o capital rentista essa acumulação inédita da
riqueza global é insuficiente, melhor dizer insaciável em sua lógica usurária,
mesmo que a penúria, miséria, a debacle da nações continue se alastrando
terrivelmente como se fosse uma grave epidemia que assola a Europa, que já
contaminou a grande maioria da sua população especialmente dos segmentos
assalariados.
Atualmente o discurso ideológico, político do
capital parasitário é hegemônico e propagado diuturnamente pela grande mídia
oligopolista que possui em cada nação suas associadas como no Brasil.
Tudo isso com a óbvia finalidade de escamotear
entre as maiorias sociais a usurpação dessa riqueza global, via análise de
“especialistas” e de uma nata de “intelectuais” que “justificam” diariamente
tal violência.
A crise política que assola o Brasil, a ação
premeditada contra a Amazônia, suas riquezas naturais, a insidiosa campanha
contra nossas reservas petrolíferas e a Petrobrás são inseparáveis desse butim
contra as riquezas dos povos.
Assim, além da urgência de um eficaz projeto nacional
de desenvolvimento, o País necessita de políticas de contenção da sanha do
capital rentista. E de estratégias que assegurem nesses tempos revoltos a sua
integridade e soberania.
Leia mais sobre temas
da atualidade: http://migre.me/kMGFD
Lula como alvo
Veja e Estadão distorcem fatos para incriminar
Lula. Mal o
Instituto Lula desmentiu o Estadão na sexta (22), a revista Veja veio a carga
com nova artilharia na campanha contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da
Silva. Neste sábado (23) a revista afirmou que Lula será denunciado por lavagem
de dinheiro por esconder a compra de um apartamento no Guarujá (SP). Na sexta
(22), o Estadão havia publicado uma “interpretação” a um depoimento de Lula a
Polícia Federal, como convidado, sobre edição de Medidas Provisórias. A pauta
obsessiva continua. Leia mais http://twixar.me/DnY
Juros na pauta
. O que
explica a “revolta” do mercado à decisão do Banco Central de não elevar (mais)
a taxa de juros?
. O que
mudou, então, a ponto de alguns energúmenos dizerem que “O BC perdeu
credibilidade” e que a a insensata escalada ao céu (céu dos especuladores,
inferno dos empreendedores e consumidoresg) dos juros chegou ao seu limite, por
ser, nas palavras do Prêmio Nobel de Economia Joseph Stiglitz, o
que “está matando a economia brasileira”, ao lado da crise mundial?
. Leia
mais http://migre.me/sMeei
Conflito de egos
"A Força (sic) Tarefa da Vara do Moro, aquele juiz mais poderoso do que qualquer ministro do Supremo, assiste a uma batalha de Egos mais feroz do que a que travam as assistentes de palco do Faustão." Leia mais no Conversa Afiada http://migre.me/sMbN8
Água
. Informa o blog O Povo com a Notícia que o nível do Rio São Francisco vai mais do que dobrar nos próximos 35 dias. A vazão do rio em Minas Gerais é de mais de 3500 m3/segundo, enquanto na Bahia está passando 1500 m3/segundo. Isso é resultado das fortes chuvas que estão ocorrendo na bacia do Rio São Francisco. Portanto, o volume de água que vai entrar na região de Sobradinho vai dobrar em relação à que passa hoje, que é de 1440 m3/segundo.
. A natureza faz a sua parte.
Cidadania
Direitos LGBT no mundo do trabalho
A Organização Internacional do Trabalho (OIT), Programa
Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/Aids (Unaids) e o Programa das Nações
Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) lançaram nova edição de cartilha com
orientações para a promoção dos direitos humanos de pessoas LGBT no mundo do
trabalho. O documento aborda questões trabalhistas ligadas aos direitos LGBT
por meio de histórias de vida de pessoas que sofreram discriminação e oferece
diretrizes para a promoção dos direitos de pessoas LGBT no meio profissional.
A Organização das Nações Unidas (ONU) considera que a
homo-lesbo-transfobia limita direitos e liberdades, inclusive no mercado de
trabalho. No Brasil, levantamentos apontam que a discriminação no trabalho
contra a população LGBT é um problema grave. Pesquisa “Demitindo preconceitos:
por que as empresas precisam sair do armário” mostra algumas das dificuldades
da população LGBT no mundo do trabalho no Brasil.
Campanhas têm sido realizadas no país para a promoção
dos direitos da população LGBT. No entanto, apesar da gravidade do problema,
seguem os esforços de determinados grupos políticos e religiosos para barrar
legislações específicas contra essa discriminação. (Fonte: Fundação Perseu Abramo)
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da atualidade: http://migre.me/kMGFD
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