Menos precarização das relações de trabalho?
. Esse valor equivale a 2,8% do Produto Interno Bruto (a soma das riquezas produzidas no país), segundo o cálculo feito pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese).
. Os dados são oriundos da Relação Anual de Informações Sociais (Rais) e do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE); da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), que é do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgado em 2008, além de indicadores do Ministério da Previdência e Assistência Social e da Secretaria Nacional do Tesouro (STN).
. A maioria dos beneficiados é de trabalhadores que estão em atividade com carteira assinada (60,3%) ou 42,1 milhões de pessoas. Os aposentados e pensionistas representam 38,3%, ou 26,8 milhões de pessoas. Os empregados domésticos registrados em carteira somam 1,8 milhão de pessoas ou 2,5% do total com direito ao 13º.
. Cabe verificar se estamos ou não diante da redução da precarização das relações de trabalho, na medida em que estaria avançando o percentual de trabalhadores com carteira assinada.


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