Anel pra quê?
Luciano Siqueira
A novidade agora é um tal anel inteligente que você põe no dedo e ele monitora indicadores fisiológicos, como o sono, a frequência cardíaca e a temperatura corporal. Permanentemente.
Se for um modelo mais sofisticado, mais caro, com ele é possível fazer pagamentos por aproximação, receber notificações através de vibrações e coisas mais.
Sinceramente, nada contra artefatos tecnológicos produtos do incessante desenvolvimento da ciência.
Neste caso, trata-se de algo para mim inalcançável: custa em média R$ 6000 e os mais sofisticados em torno de 8.000.
“E se você ganhasse na mega-sena, com dinheiro sobrando no banco, comprar um anel desses seria fichinha” — comenta meu amigo Epaminondas, ele impressionadíssimo com a geringonça.
Digo que não. De jeito nenhum!
Basta o telefone celular, esse computador minúsculo que carregamos no bolso. Nem sei o que falta fazer através dele, bastando 3 ou 4 toques num aplicativo qualquer.
Dito isso, chama a atenção um detalhe: o tal anel não tem tela e os dados que emite temos que ler na tela de um celular via aplicativo específico.
Como costuma dizer o querido Marquinhos, de Aracaju, "estou fora!"
A soberania em destaque https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/08/minha-opiniao_01847079127.html

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