
O líder estudantil brasiliense Honestino Guimarães, 26 anos, presidente da UNE, jurado de morte pelos órgãos repressivos, é preso no Rio e desaparece. Nos anos seguintes torna-se, ao lado de Édson Luís, o símbolo da resistência estudantil à ditadura. (Vermelho www.vermelho.org.br).
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