Na verdade, a felicidade é uma construção permanente, diária, por toda a vida e, ao mesmo tempo, se traduz em instantes. Podemos até dizer que a sucessão desses instantes, em sequência, alternados com momentos de desprazer, dão sentido à vida. No trabalho, na luta política, na vida pessoal. Por isso, distinguir o que é bom e o que ruim, dentre acontecimentos de certo modo inevitáveis, no dia a dia, se constitui em arte. A arte de viver bem. As coisas que lhe desagradam são infinitamente secundárias diante das coisas que lhe fazem feliz.
(Anotação minha em
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