Interferência inaceitável
Luciano
Siqueira
No artigo “O plano dos EUA para interferir nas
eleições brasileiras - pressão econômica e alegações falsas sobre sistema
eleitoral estão na pauta da Casa Branca”, do norte-americano James N. Green, publicado na revista Liberta, informações que
devem ser levadas na devida conta.
Green é historiador e brasilianista
(professor da Universidade Brown e especialista em história social e política
do Brasil e nas relações bilaterais entre Brasil e Estados Unidos). Ele
discorre sobre como setores políticos e econômicos internacionais — em especial
a diplomacia e a política externa dos EUA — utilizam instrumentos
institucionais, econômicos e informacionais para influenciar o cenário político
e eleitoral brasileiro.
Vale tudo.
A adoção de restrições comerciais,
retaliações tarifárias e barreiras ao capital estrangeiro servem como
instrumento para desestabilizar governos ou favorecer candidaturas alinhadas a
interesses geopolíticos específicos.
Qualquer que seja o perfil vigente da
economia – no Brasil, sob controle e exibindo números muito positivos -, a
propagação de incertezas e narrativas de risco econômico para gerar
instabilidade interna em momentos de decisão eleitoral.
Neste item, o complexo midiático
neoliberal dominante no Brasil se esmera em previsões pessimistas, na
contramaré da realidade concreta.
Também o uso de discussões infundadas
ou questionamentos sistemáticos sobre as urnas eletrônicas e o sistema
eleitoral brasileiro como estratégia de deslegitimação democrática, como fez
Jair Bolsonaro no pleito passado e agora repete o senador Flávio Bolsonaro.
Nessa matéria, faz-se a articulação entre grupos políticos conservadores e de
extrema-direita nos EUA e no Brasil para replicar discursos sobre fraude e
fragilidade das instituições democráticas.
A rigor, nenhuma
novidade. Entretanto, a reiterada denúncia importa e é oportuna.
Identifique-se ao comentar.
Com Lula rumo a um Brasil soberano e
desenvolvido https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/08/palavra-do-pcdob.html
No artigo “O plano dos EUA para interferir nas
eleições brasileiras - pressão econômica e alegações falsas sobre sistema
eleitoral estão na pauta da Casa Branca”, do norte-americano James N. Green, publicado na revista Liberta, informações que
devem ser levadas na devida conta.
Green é historiador e brasilianista
(professor da Universidade Brown e especialista em história social e política
do Brasil e nas relações bilaterais entre Brasil e Estados Unidos). Ele
discorre sobre como setores políticos e econômicos internacionais — em especial
a diplomacia e a política externa dos EUA — utilizam instrumentos
institucionais, econômicos e informacionais para influenciar o cenário político
e eleitoral brasileiro.
Vale tudo.
A adoção de restrições comerciais,
retaliações tarifárias e barreiras ao capital estrangeiro servem como
instrumento para desestabilizar governos ou favorecer candidaturas alinhadas a
interesses geopolíticos específicos.
Qualquer que seja o perfil vigente da
economia – no Brasil, sob controle e exibindo números muito positivos -, a
propagação de incertezas e narrativas de risco econômico para gerar
instabilidade interna em momentos de decisão eleitoral.
Neste item, o complexo midiático
neoliberal dominante no Brasil se esmera em previsões pessimistas, na
contramaré da realidade concreta.
Também o uso de discussões infundadas
ou questionamentos sistemáticos sobre as urnas eletrônicas e o sistema
eleitoral brasileiro como estratégia de deslegitimação democrática, como fez
Jair Bolsonaro no pleito passado e agora repete o senador Flávio Bolsonaro.
Nessa matéria, faz-se a articulação entre grupos políticos conservadores e de
extrema-direita nos EUA e no Brasil para replicar discursos sobre fraude e
fragilidade das instituições democráticas.
A rigor, nenhuma
novidade. Entretanto, a reiterada denúncia importa e é oportuna.
Identifique-se ao comentar.
Com Lula rumo a um Brasil soberano e desenvolvido https://lucianosiqueira.blogspot.com/2026/08/palavra-do-pcdob.html

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