. Saúde em alerta. O Ministério da Saúde anunciou hoje (8) que passou a monitorar a doença chikungunya que é transmitida pelo mesmo mosquito da dengue. Pela primeira vez foram registrados casos da doença no país. Uma das medidas do ministério será a distribuição de um guia com informações sobre a doença aos profissionais do Sistema Único de Saúde (SUS) - informa a Agência Brasil.
. A chikungunya é causada por um vírus transmitido pela picada dos mosquitos Aedes aegypti e o Aedes albopictus, também transmissores da dengue. Originária do Sudeste Asiático e da África, a doença provoca febre alta e dores fortes nas articulações das mãos e pés.
. De acordo com o coordenador do Programa Nacional de Controle da Dengue, Giovanini Coelho, o governo vai usar as ações de combate à dengue para impedir novos casos da chikungunya. A transmissão ocorre somente por meio do mosquito infectado. Não passa pelo contato de uma pessoa com outra.
A construção coletiva das idéias é uma das mais fascinantes experiências humanas. Pressupõe um diálogo sincero, permanente, em cima dos fatos. Neste espaço, diariamente, compartilhamos com você nossa compreensão sobre as coisas da luta e da vida. Participe. Opine. [Artigos assinados expressam a opinião dos seus autores].
08 dezembro 2010
Boa noite, Geraldo Azevedo e Carlos Fernando
Estrela guia
Ela apareceu hoje no céu só pra me ver tenho certeza
Minha estrela guia brilha e o seu brilho vaza as folhas da palmeira, caindo toda em mim...
Minha estrela guia os meus passos no azul planeta
Minha namorada vem de longe pra fazer minha cabeça, caindo toda em mim...
Estrela, estrela estrela, és deusa da noite do Rio
No Rio de Janeiro tão quente, pra ti que vieste do frio
Estrela, estrela, estrela de barro eu sou arlequim
De prata tu és colombina, no cheiro deste jardim
Estrela, estrela, estrela...
Ouça http://twixar.com/KivC
Ela apareceu hoje no céu só pra me ver tenho certeza
Minha estrela guia brilha e o seu brilho vaza as folhas da palmeira, caindo toda em mim...
Minha estrela guia os meus passos no azul planeta
Minha namorada vem de longe pra fazer minha cabeça, caindo toda em mim...
Estrela, estrela estrela, és deusa da noite do Rio
No Rio de Janeiro tão quente, pra ti que vieste do frio
Estrela, estrela, estrela de barro eu sou arlequim
De prata tu és colombina, no cheiro deste jardim
Estrela, estrela, estrela...
Ouça http://twixar.com/KivC
Meu artigo semanal no Blog de Jamildo (Jornal do Commercio Online)
Transição aqui e no Planalto Central
Luciano Siqueira
Dilma e Eduardo (e um penca de novos governadores) tocam a transição do atual para o novo governo. Mesmo no caso de Eduardo, reeleito, os próximos quatro anos não serão sequer semelhantes aos quatro primeiros: há mudanças importantes na cena mundial, com repercussões em nosso país; e há, naturalmente, o desafio de não apenas continuar, mas superar a obra já realizada.
Daí decorre a transição, categoria na qual se enquadra uma gama de procedimentos de natureza vária, sendo o foco das atenções a chamada dança das cadeiras. Ministros permanecem, mudando de posição ou não; ministros saem; novos ministros chegam. Idem em relação a secretários de Estado e ocupantes de postos de destaque em empresas estatais.
Esse é um movimento em si benéfico. Estabelecida a linha de governo, configurada no programa, trata-se de escalar os melhores, ou que assim pareçam aos olhos dos governantes. Mas tem um detalhe que pesa muito, sobretudo para o evolver do governo. É que os nomes escolhidos devem, pelo menos em tese, expressar o cruzamento de critérios técnicos e políticos. Nem sempre é fácil encontrar técnicos com habilidade política ou políticos hábeis com humildade e sensibilidade suficientes para recorrer aos técnicos para lastrear o seu trabalho. Também não é fácil, ao frigir dos ovos, produzir um elenco que faça todos os partidos e segmentos sociais mais ativos se sentirem partícipes do governo.
Bom, melhor ter esses problemas para administrar do que amargar a derrota eleitoral. Disso não há dúvida. Mas quem se colocar no lugar da presidenta ou do governador haverá de perceber que a empreitada não é fácil. Daí ser recomendável aos integrantes da base governista, aqui e alhures, preservar a confiança depositada na presidenta e no governador e, preliminarmente, contribuírem para que prevaleça um clima de tranquilidade na montagem das equipes de governo.
De outra parte, aos eleitos certamente cumpre ter em conta a amplitude e a pluralidade das coligações que lideraram na campanha e, com equilíbrio e bom senso, combinarem os interesses e as aspirações do partido hegemônico com os interesses e as aspirações dos aliados. E, desse modo, evitarem assimetrias acentuadas, inconvenientes, que venham a comprometer a unidade da sua base de sustentação e a governabilidade.
Luciano Siqueira
Dilma e Eduardo (e um penca de novos governadores) tocam a transição do atual para o novo governo. Mesmo no caso de Eduardo, reeleito, os próximos quatro anos não serão sequer semelhantes aos quatro primeiros: há mudanças importantes na cena mundial, com repercussões em nosso país; e há, naturalmente, o desafio de não apenas continuar, mas superar a obra já realizada.
Daí decorre a transição, categoria na qual se enquadra uma gama de procedimentos de natureza vária, sendo o foco das atenções a chamada dança das cadeiras. Ministros permanecem, mudando de posição ou não; ministros saem; novos ministros chegam. Idem em relação a secretários de Estado e ocupantes de postos de destaque em empresas estatais.
Esse é um movimento em si benéfico. Estabelecida a linha de governo, configurada no programa, trata-se de escalar os melhores, ou que assim pareçam aos olhos dos governantes. Mas tem um detalhe que pesa muito, sobretudo para o evolver do governo. É que os nomes escolhidos devem, pelo menos em tese, expressar o cruzamento de critérios técnicos e políticos. Nem sempre é fácil encontrar técnicos com habilidade política ou políticos hábeis com humildade e sensibilidade suficientes para recorrer aos técnicos para lastrear o seu trabalho. Também não é fácil, ao frigir dos ovos, produzir um elenco que faça todos os partidos e segmentos sociais mais ativos se sentirem partícipes do governo.
Bom, melhor ter esses problemas para administrar do que amargar a derrota eleitoral. Disso não há dúvida. Mas quem se colocar no lugar da presidenta ou do governador haverá de perceber que a empreitada não é fácil. Daí ser recomendável aos integrantes da base governista, aqui e alhures, preservar a confiança depositada na presidenta e no governador e, preliminarmente, contribuírem para que prevaleça um clima de tranquilidade na montagem das equipes de governo.
De outra parte, aos eleitos certamente cumpre ter em conta a amplitude e a pluralidade das coligações que lideraram na campanha e, com equilíbrio e bom senso, combinarem os interesses e as aspirações do partido hegemônico com os interesses e as aspirações dos aliados. E, desse modo, evitarem assimetrias acentuadas, inconvenientes, que venham a comprometer a unidade da sua base de sustentação e a governabilidade.
CDL e Ademi
Nas festas da Câmara de Diretores Lojistas e da Ademi (Associação das Empresas do Mercado Imobiliário), ontem, reencontro com muitos amigos. Sílvio Vasconcelos passou a presidência da CDL a Eduardo Catão. Continuidade de um trabalho profícuo dos últimos anos em favor da cidade.
Renato Phaelante lança livro arrojado
. Noite de autógrafos, ontem do livro MPB Compositores Pernambucanos, coletânea bio-músico-fonográfica, de Renato Phaelante. Na Livraria Cultura, um mar de amigos ligados na tradição musical de nossa gente. O autor, generoso, nos brinda, a mim e a Luci, com carinhosa dedicatória.
. O livro é um arrojado trabalho de pesquisa e tem apresentação de Manoel Correia de Andrade.
. O livro é um arrojado trabalho de pesquisa e tem apresentação de Manoel Correia de Andrade.
07 dezembro 2010
Oposições em vias de um ataque de nervos
. Ontem foi o PSDB. Amanhã será o DEM. Reuniões tensas visando a mudar o discurso.
. O senador eleito Aécio Neves diz que é preciso refundar o partido dos tucanos.
. No DEM, tem gente falando em vencimento do “prazo de validade” do mandato do atual presidente nacional, deputado Rodrigo Maia.
. Mudarão de programa esses partidos? Em que direção?
. No espectro partidário brasileiro, tudo indica que tucanos e demos não terão para onde ir, se não permanecendo à direita – mesmo com roupagem aparentemente renovada.
. O senador eleito Aécio Neves diz que é preciso refundar o partido dos tucanos.
. No DEM, tem gente falando em vencimento do “prazo de validade” do mandato do atual presidente nacional, deputado Rodrigo Maia.
. Mudarão de programa esses partidos? Em que direção?
. No espectro partidário brasileiro, tudo indica que tucanos e demos não terão para onde ir, se não permanecendo à direita – mesmo com roupagem aparentemente renovada.
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