. A Conferência Estadual do PCdoB, no último fim de semana, além de debater os temas do 12º. Congresso elegeu o novo Comitê Estadual.
. Dentre os 63 membros eleitos, três militantes recém-chegados às fileiras do Partido: Jorge Carrero, presidente da URB-Recife, ex-vereador em Paulista; Israel Guerra, ex-deputado estadual; e José Weber, reitor da Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF).
. Assumem responsabilidades de direção e emprestarão sua experiência ao fortalecimento do PCdoB em Pernambuco.
A construção coletiva das idéias é uma das mais fascinantes experiências humanas. Pressupõe um diálogo sincero, permanente, em cima dos fatos. Neste espaço, diariamente, compartilhamos com você nossa compreensão sobre as coisas da luta e da vida. Participe. Opine. [Artigos assinados expressam a opinião dos seus autores].
13 outubro 2009
12 outubro 2009
Folha noticia Conferência do PCdoB
Folha de Pernambuco, por Marileide Alves:
Comunistas debatem Programa
. O PCdoB finalizou ontem o debate estadual sobre a atualização do programa partidário. Entre os temas discutidos durante o encontro, que ocorreu neste fim de semana, estão a avaliação do cenário político e o conjunto de reformas de que trata o “Novo Programa Socialista para o Brasil”. Os comunistas defendem mudanças que consideram importantes “para o desenvolvimento do País”, entre elas as reformas política, educacional, agrária e tributária. O seminário, que reuniu cerca de 300 filiados, elegeu ainda os 63 membros que comporão o novo comitê estadual da sigla.
. Durante o encontro também foram eleitos os delegados que irão participar do 12° Congresso do PCdoB que será realizado entre os dias 5 e 8 de novembro deste ano, no Anhembi, em São Paulo. Segundo o prefeito de Olinda, Renildo Calheiros, uma das lideraças da sigla presentes no encontro, já está confirmada a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da ministra-chefe da Casa Civil e presidenciável, Dilma Rousseff (PT), na abertura do Congresso. No final do evento será eleito o comitê nacional da legenda.
. Durante o encontro também foram eleitos os delegados que irão participar do 12° Congresso do PCdoB que será realizado entre os dias 5 e 8 de novembro deste ano, no Anhembi, em São Paulo. Segundo o prefeito de Olinda, Renildo Calheiros, uma das lideraças da sigla presentes no encontro, já está confirmada a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da ministra-chefe da Casa Civil e presidenciável, Dilma Rousseff (PT), na abertura do Congresso. No final do evento será eleito o comitê nacional da legenda.
. Ontem, em sua explanação, o vereador Luciano Siqueira fez uma comparação das teorias de Vladimir Lênin e Leon Trotsky sobre o socialismo e organização de partidos. O primeiro defendia um partido “uno” enquanto o segundo pregava um partido onde grupos pudessem se organizar internamente, como uma espécie de “mosaico”. Nessa analogia, Luciano citou o PT como exemplo da teoria de Trotsky. “Sem nenhuma crítica, cada partido se organiza conforme considera que deve se organizar. O PT é um partido sabidamente constituído por grupos e tendências. Quando chamado a tomar uma decisão crucial, terá dificuldades em um determinado momento, pois não dá para reunir todo mundo”, observou o comunista.
. Segundo os organizadores do encontro estadual, 110 municípios participaram do evento. No Recife, 1.500 militantes foram mobilizados. O partido conta com 220 mil filiados em todo o Brasil. Para as discussões do 12° Congresso do PCdoB os comitês mobilizaram cerca de 100 mil militantes em 1500 municípios brasileiro.
Comunistas debatem Programa
. O PCdoB finalizou ontem o debate estadual sobre a atualização do programa partidário. Entre os temas discutidos durante o encontro, que ocorreu neste fim de semana, estão a avaliação do cenário político e o conjunto de reformas de que trata o “Novo Programa Socialista para o Brasil”. Os comunistas defendem mudanças que consideram importantes “para o desenvolvimento do País”, entre elas as reformas política, educacional, agrária e tributária. O seminário, que reuniu cerca de 300 filiados, elegeu ainda os 63 membros que comporão o novo comitê estadual da sigla.
. Durante o encontro também foram eleitos os delegados que irão participar do 12° Congresso do PCdoB que será realizado entre os dias 5 e 8 de novembro deste ano, no Anhembi, em São Paulo. Segundo o prefeito de Olinda, Renildo Calheiros, uma das lideraças da sigla presentes no encontro, já está confirmada a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da ministra-chefe da Casa Civil e presidenciável, Dilma Rousseff (PT), na abertura do Congresso. No final do evento será eleito o comitê nacional da legenda.. Durante o encontro também foram eleitos os delegados que irão participar do 12° Congresso do PCdoB que será realizado entre os dias 5 e 8 de novembro deste ano, no Anhembi, em São Paulo. Segundo o prefeito de Olinda, Renildo Calheiros, uma das lideraças da sigla presentes no encontro, já está confirmada a participação do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e da ministra-chefe da Casa Civil e presidenciável, Dilma Rousseff (PT), na abertura do Congresso. No final do evento será eleito o comitê nacional da legenda.
. Ontem, em sua explanação, o vereador Luciano Siqueira fez uma comparação das teorias de Vladimir Lênin e Leon Trotsky sobre o socialismo e organização de partidos. O primeiro defendia um partido “uno” enquanto o segundo pregava um partido onde grupos pudessem se organizar internamente, como uma espécie de “mosaico”. Nessa analogia, Luciano citou o PT como exemplo da teoria de Trotsky. “Sem nenhuma crítica, cada partido se organiza conforme considera que deve se organizar. O PT é um partido sabidamente constituído por grupos e tendências. Quando chamado a tomar uma decisão crucial, terá dificuldades em um determinado momento, pois não dá para reunir todo mundo”, observou o comunista.
. Segundo os organizadores do encontro estadual, 110 municípios participaram do evento. No Recife, 1.500 militantes foram mobilizados. O partido conta com 220 mil filiados em todo o Brasil. Para as discussões do 12° Congresso do PCdoB os comitês mobilizaram cerca de 100 mil militantes em 1500 municípios brasileiro.
11 outubro 2009
Boa tarde, Carlos Drummond de Andrade
Amar
Que pode uma criatura senão,
Que pode uma criatura senão,
entre criaturas, amar?
amar e esquecer,
amar e malamar,
amar,desamar, amar?
Sempre, e até de olhos vidrados, amar?
Que pode, pergunto, o ser amoroso,
sozinho, em rotação universal, senão
rodar também, e amar?
amar o que o mar traz à praia,
o que ele sepulta, e o que, na brisa marinha,
é sal, ou precisão de amor, ou simples ânsia?
Amar solenemente as palmas do deserto,
o que é entrega ou adoração expectante,
e amar o inóspito, o áspero,
um vaso sem flor, um chão de ferro,
e o peito inerte, e a rua vista em sonho, e uma
ave de rapina.
Este o nosso destino: amor sem conta,
distribuído pelas coisas pérfidas ou nulas,
doação ilimitada a uma completa ingratidão,
e na concha vazia do amor a procura medrosa,
paciente, de mais e mais amor.
Amar a nossa falta mesma de amor,
e na secura nossa
amar a água implícita, e o beijo tácito, e a sede
infinita.
DST em alta
. Pesquisa de Conhecimentos, Atitudes e Práticas da População Brasileira de 15 a 64 anos de idade: ultrapassa 10 milhões o número de brasileiros que apresentam algum sinal ou sintoma de doenças sexualmente transmissíveis (DST). Boa parte não busca o tratamento adequado.
. A pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde revela que que 18% dos homens e 11,4% das mulheres que já tiveram DST não procuraram nenhum tipode tratamento.
. A pesquisa realizada pelo Ministério da Saúde revela que que 18% dos homens e 11,4% das mulheres que já tiveram DST não procuraram nenhum tipode tratamento.
Artigo semanal no site da revista Algomais
Entre a ciranda financeira e a produção
Luciano Siqueira
Há males que vêm para o bem. Quem não ouviu isso desde a infância, pela voz dos mais experientes como que a nos consolar diante de uma situação adversa? Por bem, no ambiente de crise e de superação dela (no Brasil), tem gente repetindo o adágio popular de outra forma: há crises que vêm para o bem...
Que toda crise traz em si a possibilidade de superação de uma determinada situação cujos conflitos interiores se acumularam ao longo do tempo e agora explodem em plenitude, essa é uma verdade comprovada cientificamente – no mundo material e na sociedade humana. Vale para a vida social e vale para cada indivíduo. O desafio é compreender as causas fundamentais da crise e explorá-las no sentido de se alcançar um passo adiante, superando-a.
Feita essa digressão, voltemos aos possíveis efeitos benéficos da crise global sobre o nosso país – que podem ser avaliados sob diversos aspectos. Um, evidente, conforme os indicadores econômicos disponíveis, é que o caminho escolhido pelo governo Lula para enfrentar as ameaças externas – apoiado fundamentalmente nas potencialidades do próprio país – deu certo. Estima-se que o PIB possa crescer até 5% em 2010 – o que, no quadro atual de retração econômica mundial, será um diferencial importante.
O Brasil sai da crise fortalecido, inclusive como nação soberana e disposta a jogar o duro jogo da economia globalizada com altivez, ao contrário do que ocorria antes, nos tempos em que quem dava as cartas era o FMI e os chamados credores internacionais de nossa dívida externa.
Mas há outra variável a considerar. Mesmo que o sistema bancário brasileiro tenha sobrevivido, sem a débâcle que envolveu muitos grandes bancos nos países mais desenvolvidos, o fato é que a esfera financeira perdeu, digamos, força e encanto relativos, em favor da esfera produtiva. Em maio último, o economista Sérgio Mendonça, coordenador da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), chegou a expressar essa tendência com extremado otimismo: “O trabalho voltou a ter voz depois que tudo ruiu. O desmonte dessa parafernália financeira que o mundo estava vivendo abre uma agenda, no mínimo, interessante sobre a inclusão, o acesso ao emprego e a novas políticas fiscais e tributárias com o objetivo de taxar mais os mais ricos e de distribuir renda.“
Pontos para uma agenda pós-crise a ser considerada num novo pacto político que possa emergir das eleições gerais do ano vindouro.
Luciano Siqueira
Há males que vêm para o bem. Quem não ouviu isso desde a infância, pela voz dos mais experientes como que a nos consolar diante de uma situação adversa? Por bem, no ambiente de crise e de superação dela (no Brasil), tem gente repetindo o adágio popular de outra forma: há crises que vêm para o bem...
Que toda crise traz em si a possibilidade de superação de uma determinada situação cujos conflitos interiores se acumularam ao longo do tempo e agora explodem em plenitude, essa é uma verdade comprovada cientificamente – no mundo material e na sociedade humana. Vale para a vida social e vale para cada indivíduo. O desafio é compreender as causas fundamentais da crise e explorá-las no sentido de se alcançar um passo adiante, superando-a.
Feita essa digressão, voltemos aos possíveis efeitos benéficos da crise global sobre o nosso país – que podem ser avaliados sob diversos aspectos. Um, evidente, conforme os indicadores econômicos disponíveis, é que o caminho escolhido pelo governo Lula para enfrentar as ameaças externas – apoiado fundamentalmente nas potencialidades do próprio país – deu certo. Estima-se que o PIB possa crescer até 5% em 2010 – o que, no quadro atual de retração econômica mundial, será um diferencial importante.
O Brasil sai da crise fortalecido, inclusive como nação soberana e disposta a jogar o duro jogo da economia globalizada com altivez, ao contrário do que ocorria antes, nos tempos em que quem dava as cartas era o FMI e os chamados credores internacionais de nossa dívida externa.
Mas há outra variável a considerar. Mesmo que o sistema bancário brasileiro tenha sobrevivido, sem a débâcle que envolveu muitos grandes bancos nos países mais desenvolvidos, o fato é que a esfera financeira perdeu, digamos, força e encanto relativos, em favor da esfera produtiva. Em maio último, o economista Sérgio Mendonça, coordenador da Pesquisa de Emprego e Desemprego (PED) realizada pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese), chegou a expressar essa tendência com extremado otimismo: “O trabalho voltou a ter voz depois que tudo ruiu. O desmonte dessa parafernália financeira que o mundo estava vivendo abre uma agenda, no mínimo, interessante sobre a inclusão, o acesso ao emprego e a novas políticas fiscais e tributárias com o objetivo de taxar mais os mais ricos e de distribuir renda.“
Pontos para uma agenda pós-crise a ser considerada num novo pacto político que possa emergir das eleições gerais do ano vindouro.
História: 11 de outubro de 1905
Bolão, Azeitona e Reco-Reco, no Tico-Tico
Surge Tico-Tico, 1ª revista brasileira de quadrinhos para crianças. (Vermelho http://www.vermelho.org.br/).
10 outubro 2009
A longa caminhada do papel eletrônico
Ciência Hoje Online:
Principais avanços na busca do dispositivo flexível que pode revolucionar a leitura
. Imagine-se sentado em um banco de praça, quando alguém ao seu lado retira de um fino canudo uma folha retrátil e transparente de tamanho A4. De repente, letras e imagens aparecem naquela folha, como se fosse uma página impressa. O contraste e a visibilidade das letras em diferentes ângulos lembram uma folha de papel.
. Isso ainda é uma cena de ficção. Você não encontra esse produto na loja da esquina, mas Epson, Fujitsu, HP, Hitachi, IBM, Kodak, Motorola, Philips, Pioneer, Samsung, Siemens, Sony e Xerox, para citar apenas empresas conhecidas do grande público, trabalham para que isso não demore a acontecer. O papel eletrônico – a folha transparente da cena imaginária – já existe em diversos produtos. Falta apenas ele aparecer no design imaginado acima e com um preço compatível com a renda de boa parte da pop
ulação.
ulação. . Nos laboratórios de pesquisa, os trabalhos que viabilizaram o papel eletrônico já têm uma longa história. Podemos dizer que a saga remonta aos anos 1950, quando propriedades elétricas foram descobertas em alguns polímeros e as primeiras imagens xerográficas foram obtidas com o processo conhecido como eletroforese. Na década seguinte, com a descoberta dos polímeros semicondutores, estava aberta a estrada para se chegar ao papel eletrônico.
. Mas a evolução da ciência e da tecnologia não é assim tão certinha. Tropeços metodológicos e estratégias comerciais entortaram o rumo dessa história. Passados mais de 40 anos, ainda estamos à espera do papel eletrônico com as propriedades que teoricamente consideramos adequadas.
. Leia a matéria completa http://cienciahoje.uol.com.br/141468
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