Renildo Calheiros discursa em ato político comemorativo dos 93 anos do PCdoB, em Olinda.
A construção coletiva das idéias é uma das mais fascinantes experiências humanas. Pressupõe um diálogo sincero, permanente, em cima dos fatos. Neste espaço, diariamente, compartilhamos com você nossa compreensão sobre as coisas da luta e da vida. Participe. Opine. [Artigos assinados expressam a opinião dos seus autores].
26 março 2015
Abalos sistêmicos
Geopolítica do caos
Eduardo Bomfim *
Parece que foi há séculos a tese
defendida pelo historiador nipo-americano Francis Fukuyama que na década de 90
passada saiu da obscuridade acadêmica e entrou no rol das celebridades com a
sua proclamação sobre o Fim da História.
Fukuyama não elevou-se naturalmente ao patamar de conhecido intelectual, foi catapultado pelo sistema, a Nova Ordem Mundial, em tendência de consolidação global através da concentração, centralização do capital financeiro.
Exatamente no mesmo período, aconteceu outro fenômeno de proporções gigantescas, o processo de oligopolização da grande mídia como correia de transmissão da ideologia que passaria a ser constituída como uma espécie de ditadura mundial do pensamento único.
Na época produziu-se uma falsa euforia como se a humanidade tivesse finalmente passado a uma etapa mais elevada num mundo sem fronteiras, as guerras lembranças desagradáveis de um tempo distante, a economia gerando pleno emprego, as pessoas obteriam o status de cidadãos do mundo.
A realidade não só desmentiu a profecia do historiador, colaborador da CIA, como mostrou o seu reverso, décadas trágicas onde pontificam agressões militares que não podem ser acompanhadas pelo cidadão comum tal a profusão e velocidade com que ocorrem.
Vivenciamos uma série de abalos sistêmicos do capital, raros períodos de crescimentos medíocres, combinado com a decadência persistente da economia global, penúria dos povos mergulhando as nações no atoleiro financeiro, além de calamidade social inclusive no primeiro mundo como Europa e os Estados Unidos.
A Nova Ordem mundial passou a utilizar-se da intervenção armada através dos EUA como substituta do processo de acumulação na crise capitalista crônica, daí o surgimento do neofascismo como fenômeno social, a tentativa de recolonização de Países soberanos como o Brasil.
Qualquer análise da atual conjuntura no País não pode desconhecer a linha da Geopolítica do Caos fomentada pelo capital rentista, as ações imperiais desestabilizadoras em curso no mundo e América Latina.
Assim a batalha política travada no Brasil para assegurar o mandato da presidente Dilma, legitimamente eleita, contra manobras golpistas é parte indissociável do cenário geopolítico, exige a formação de ampla frente democrática e patriótica em defesa da nação ameaçada.
Leia mais sobre temas
da atualidade: http://migre.me/kMGFD
Cuba
Ótimo diálogo em meu gabinete com
a Cônsul Geral da República de Cuba, Laura Ivet Pujol Torres. Intercâmbio entre
o Recife e cidades cubanas na pauta.
25 março 2015
Violência sexista
Um passo na luta contra a violência sexista - O governo federal adotou um conjunto de diretrizes para aprimorar o atendimento às vítimas de violência sexual por profissionais de segurança pública e do Sistema Único de Saúde (SUS). O registro de informações e a coleta de prova serão realizados durante o atendimento prestado em unidades de saúde às vítimas de violência sexual - tornando mais humanizado o procedimento. Assim, o exame não será feito mais de forma exclusiva por unidades do Instituto Médico-Legal (IML).
PCdoB sempre na luta e uno
93 anos de atuação ininterrupta
Luciano Siqueira
Faz parte da tradição institucional brasileira a ocorrência de partidos conjunturais, efêmeros. Cumprem o seu papel numa determinada quadra política e desaparecem.
Mesmo algumas siglas preexistentes que retornam após a extinção, não costumam guardar a mesma identidade política e ideológica.
Inclusive de 1985 aos nossos dias - período mais largo de vigência do regime democrático em nossa história republicana - poucas são as agremiações programáticas e duradouras.
Destoando desse perfil, o Partido Comunista do Brasil completa hoje 93 anos de atuação ininterrupta, desde a sua fundação em 1922. E a despeito dos constrangimentos da ilegalidade, da perseguição policial e do preconceito que marcaram quase dois terços da sua existência, mantém-se como partido político nacionalmente uno, fiel a seus princípios teóricos e ideológicos, vinculado ao povo e partícipe ativo da cena nacional.
Vive certamente o melhor período de sua longa trajetória, ostentando um Programa consentâneo com as peculiaridades da sociedade brasileira e com as atuais condições da luta pelo socialismo em âmbito mundial, cientificamente fundamentado e factível.
O PCdoB, diferentemente de outros partidos assemelhados mundo agora, na oportunidade da crise das experiências socialistas e das exigências de renovação da teoria marxista, manteve erguida sua bandeira rubra, seu símbolo e sua identidade revolucionária.
Propugna para o Brasil um novo projeto nacional de desenvolvimento, para cuja consecução emerge a necessidade de reformas estruturais democráticas - agrária, tributária, educacional, urbana, judiciária, midiática e política - a partir das quais o povo brasileiro alcançará expressiva elevação do seu padrão de vida material e espiritual e vislumbrará novo salto civilizatório, através do socialismo.
Apresenta sua proposta programática e tática aos partidos e segmentos sociais com os quais dialoga e peleja em defesa do Brasil e dos brasileiros, no elevado espírito da cooperação e do aprendizado mútuos, respeitando diferenças e convergindo em torno do melhor para a democracia, a soberania nacional e os interesses do povo.
Há mais de quarenta anos nas fileiras do PCdoB, comemoro esta data com o entusiasmo de quem vive a militância partidária como ato permanente de amor ao povo e de felicidade pessoal.
Faz parte da tradição institucional brasileira a ocorrência de partidos conjunturais, efêmeros. Cumprem o seu papel numa determinada quadra política e desaparecem.
Mesmo algumas siglas preexistentes que retornam após a extinção, não costumam guardar a mesma identidade política e ideológica.
Inclusive de 1985 aos nossos dias - período mais largo de vigência do regime democrático em nossa história republicana - poucas são as agremiações programáticas e duradouras.
Destoando desse perfil, o Partido Comunista do Brasil completa hoje 93 anos de atuação ininterrupta, desde a sua fundação em 1922. E a despeito dos constrangimentos da ilegalidade, da perseguição policial e do preconceito que marcaram quase dois terços da sua existência, mantém-se como partido político nacionalmente uno, fiel a seus princípios teóricos e ideológicos, vinculado ao povo e partícipe ativo da cena nacional.
Vive certamente o melhor período de sua longa trajetória, ostentando um Programa consentâneo com as peculiaridades da sociedade brasileira e com as atuais condições da luta pelo socialismo em âmbito mundial, cientificamente fundamentado e factível.
O PCdoB, diferentemente de outros partidos assemelhados mundo agora, na oportunidade da crise das experiências socialistas e das exigências de renovação da teoria marxista, manteve erguida sua bandeira rubra, seu símbolo e sua identidade revolucionária.
Propugna para o Brasil um novo projeto nacional de desenvolvimento, para cuja consecução emerge a necessidade de reformas estruturais democráticas - agrária, tributária, educacional, urbana, judiciária, midiática e política - a partir das quais o povo brasileiro alcançará expressiva elevação do seu padrão de vida material e espiritual e vislumbrará novo salto civilizatório, através do socialismo.
Apresenta sua proposta programática e tática aos partidos e segmentos sociais com os quais dialoga e peleja em defesa do Brasil e dos brasileiros, no elevado espírito da cooperação e do aprendizado mútuos, respeitando diferenças e convergindo em torno do melhor para a democracia, a soberania nacional e os interesses do povo.
Há mais de quarenta anos nas fileiras do PCdoB, comemoro esta data com o entusiasmo de quem vive a militância partidária como ato permanente de amor ao povo e de felicidade pessoal.
(Publicado
no Blog de Jamildo/portal ne10)
24 março 2015
Valorização do salário mínimo
.
Ao assinar a MP, Dilma destacou o papel que a política de valorização do
salário mínimo, iniciada ainda no governo Lula, teve nos esforços do governo
brasileiro em enfrentar os efeitos da crise internacional de 2008. Ela garantiu
que o governo fará profundos cortes em seus gastos.
.“É
importante o Brasil continuar com a política de valorização do salário mínimo.
Por que é importante? Porque é o reconhecimento que o crescimento econômico,
ele não se dá em detrimento do trabalhador”, garantiu a presidenta. Ela frisou que desde que
essa política foi iniciada, houve reajuste em torno de 70% no salário
mínimo. “E isso representou certamente um dos motivos pelos quais nós
conseguimos passar por esse momento de dificuldade da crise de forma a não ter
a perda decorrente dos processos de redução do crescimento econômico, nas
costas dos trabalhadores”, disse.
.
Dilma lembrou de um momento do País em que a luta política era para discutir a
possibilidade de o salário mínimo alcançar US$ 100, o que contrasta com a
política atual em que valorizar a renda do trabalhador é algo normal. “Agora nós temos uma situação de sistemático reajuste e
valorização do salário mínimo. Creio que é um sustentáculo do desenvolvimento”,
avaliou. (Jornal do Brasil)
Boicote
A Ação Direta de
Inconstitucionalidade n° 4.650, em 2 de abril de 2014, patrocinada pela OAB,
pede a proibição de financiamento empresarial de campanhas eleitorais -para
cortar pela raiz uma das causas básicas da corrupção. O ministro Gilmar Mendes,
relator da matéria no Superior Tribunal Federal, engavetou o processo há mais
de um ano, fazendo no jogo dos partidos que desejam manter essa fonte de
promiscuidade entre o poder econômico e detentores de mandatos.
Assinar:
Postagens (Atom)
.jpg)
.jpg)
