. São prematuras as pesquisas que visam sondar intenção de voto agora, para prefeito em 2012.
. No entanto, são uteis para constatar tendências no que diz respeito a avaliação da gestão e a problemas políticos na ordem do dia.
. A pesquisa Exatta sobre o Recife contém indicações que devem ser levadas em conta.
A construção coletiva das idéias é uma das mais fascinantes experiências humanas. Pressupõe um diálogo sincero, permanente, em cima dos fatos. Neste espaço, diariamente, compartilhamos com você nossa compreensão sobre as coisas da luta e da vida. Participe. Opine. [Artigos assinados expressam a opinião dos seus autores].
11 setembro 2011
10 setembro 2011
Versos sublimes
A dica de sábado é do poeta Vinícius: “A rosa não é flor/a rosa, a rosa/é a mulher resplendendo de amor”.
09 setembro 2011
Bom dia, Tom Jobim
Falando de amor
Se eu pudesse por um dia
Esse amor, essa alegria
Eu te juro, te daria
Se pudesse esse amor todo dia
Chega perto, vem sem medo
Chega mais meu coração
Vem ouvir esse segredo
Escondido num choro canção
Se soubesses como eu gosto
Do teu cheiro, teu jeito de flor
Não negavas um beijinho
A quem anda perdido de amor
Chora flauta, chora pinho
Choro eu o teu cantor
Chora manso, bem baixinho
Nesse choro falando de amor
Quando passas, tão bonita
Nessa rua banhada de sol
Minha alma segue aflita
E eu me esqueço até do futebol
Vem depressa, vem sem medo
Foi pra ti meu coração
Que eu guardei esse segredo
Escondido num choro canção
Lá no fundo do meu coração
Luce Pereira comenta novamente nosso projeto de lei
Coluna Diário Urbano, no Diário de Pernambuco: Bandas que costumam esculhambar, com suas músicas, mulheres, negros, prostitutas, homossexuais etc encontraram artilharia adequada em um PL do deputado Luciano Siqueira (PcdoB) onde está proposta punição no mínimo justa: recursos públicos deixarão de engordar os cofres desses grupos, porque o dinheiro do contribuinte não pode ser usado para favorecer o mau gosto e a discriminação. É, mas, ontem, quando o PL foi apreciado na Comissão de Justiça, o deputado Sílvio Costa Filho (PTB) pediu vista e recebeu apoio de Daniel Coelho (PV), que viu na matéria uma brecha para a censura se instalar, além de algumas dúvidas: A quem caberia o papel de escolher os grupos/artistas e quais critérios seriam utilizados, já que há dúvidas sobre o que soaria discriminatório, de mau gosto e de duplo sentido? Bem, considerando-se que o governo tem a prerrogativa de escolher as atrações para os seus eventos e que não pode ser julgado como censor – pois apenas vai excluir candidatos cujas composições são claramente depreciativas, verdadeiros insultos à dignidade –, o posicionamento dos dois parlamentares sobre o PL é que, de fato, parece polêmico. Mas Coelho, lembrando que, na Bahia, projeto selhante já levou lenha, sob alegação de inconstitucionalidade, diz que a matéria é importante e que querem apenas aprofundar o tema em audiências públicas com a presença dos maiores interessados, os artistas. Evidentemente, quem mais ganha com trabalhos que ferem frontalmente a dignidade das vítimas expostas nas letras vai lotar as galerias da Alepe. Até porque o lobbye a favor do mau gosto sempre gritou muito mais alto.
08 setembro 2011
A candidatura de Aldo Rebelo ao TCU
Aldo Rebelo para ministro do TCU
Renato Rabelo*, em seu blog
Está se aproximando o momento de definição, em eleição secreta nas duas casas legislativas - no Senado federal e na Câmara dos Deputados - da votação dos parlamentares para o próximo ministro a compor o Tribunal de Contas da União (TCU). E o PCdoB já tem seu candidato. Trata-se do deputado federal Aldo Rebelo. Ex-presidente da UNE, vereador pela cidade de São Paulo, deputado federal por seis mandados, além de ex-ministro da Articulação Política e ex-presidente da Câmara dos Deputados. Certamente Aldo Rebelo reúne todas as condições de não somente enfrentar este pleito, mas principalmente de ser uma figura de peso no TCU.
O TCU é um dos muitos órgãos de excelência do Estado Nacional Brasileiro. Responsável pelo minucioso trabalho de supervisão das contas da União. Além disso, este órgão possibilita uma visão de conjunto do Estado que muitas vezes escapa aos próprios poderes legislativo, executivo e judiciário. Trata-se de uma nova fronteira de exercício, não de governança direta, mas principalmente de acúmulo de mais e melhores conhecimentos acerca do funcionamento da máquina pública – seus limites e potencialidades.
Por isso, apresentamos e damos suporte à candidatura de Aldo Rebelo. Para fazer bem ao Brasil.
*Presidente nacional do PCdoB
Renato Rabelo*, em seu blog
Está se aproximando o momento de definição, em eleição secreta nas duas casas legislativas - no Senado federal e na Câmara dos Deputados - da votação dos parlamentares para o próximo ministro a compor o Tribunal de Contas da União (TCU). E o PCdoB já tem seu candidato. Trata-se do deputado federal Aldo Rebelo. Ex-presidente da UNE, vereador pela cidade de São Paulo, deputado federal por seis mandados, além de ex-ministro da Articulação Política e ex-presidente da Câmara dos Deputados. Certamente Aldo Rebelo reúne todas as condições de não somente enfrentar este pleito, mas principalmente de ser uma figura de peso no TCU.
O TCU é um dos muitos órgãos de excelência do Estado Nacional Brasileiro. Responsável pelo minucioso trabalho de supervisão das contas da União. Além disso, este órgão possibilita uma visão de conjunto do Estado que muitas vezes escapa aos próprios poderes legislativo, executivo e judiciário. Trata-se de uma nova fronteira de exercício, não de governança direta, mas principalmente de acúmulo de mais e melhores conhecimentos acerca do funcionamento da máquina pública – seus limites e potencialidades.
Por isso, apresentamos e damos suporte à candidatura de Aldo Rebelo. Para fazer bem ao Brasil.
*Presidente nacional do PCdoB
Humor lábil
. Noticia a Agência Brasil que o índice de Confiança de Serviços (ICS), da Fundação Getulio Vargas (FGV), diminuiu 1,3% em agosto deste ano em relação ao mês anterior. O índice, que mede a confiança dos empresários do setor de serviços na economia, passou de 132,6 pontos em julho para 130,8 pontos em agosto.
. De acordo com dados divulgados hoje (8), a queda do ICS foi influenciada pelas perspectivas menos otimistas em relação aos próximos meses. Segundo o comunicado da FGV, os resultados mostram “que o setor segue relativamente aquecido, mas com expectativas menos favoráveis para os meses seguintes”. O Índice de Expectativas caiu 2%, para 146,5 pontos, e atingiu o menor nível desde janeiro de 2011 (143,2).
. A parcela de empresas que preveem melhora dos negócios no próximo semestre foi 49,9%, depois de ter registrado 54,9% em julho. Já a dos que esperam piora subiu de 3,6% para 4,2% de um mês para outro.
. O levantamento também aponta que Índice de Situação Atual teve uma leve redução de 0,5% e ficou em 115,2 pontos. A proporção das empresas que consideram a situação dos negócios boa atingiu 37%, menos do que os 37,4% do mês anterior. A dos que a avaliam como ruim totalizou 12,8%.
. Para calcular o ICS, a Fundação Getulio Vargas consultou 2.659 empresas.
. De acordo com dados divulgados hoje (8), a queda do ICS foi influenciada pelas perspectivas menos otimistas em relação aos próximos meses. Segundo o comunicado da FGV, os resultados mostram “que o setor segue relativamente aquecido, mas com expectativas menos favoráveis para os meses seguintes”. O Índice de Expectativas caiu 2%, para 146,5 pontos, e atingiu o menor nível desde janeiro de 2011 (143,2).
. A parcela de empresas que preveem melhora dos negócios no próximo semestre foi 49,9%, depois de ter registrado 54,9% em julho. Já a dos que esperam piora subiu de 3,6% para 4,2% de um mês para outro.
. O levantamento também aponta que Índice de Situação Atual teve uma leve redução de 0,5% e ficou em 115,2 pontos. A proporção das empresas que consideram a situação dos negócios boa atingiu 37%, menos do que os 37,4% do mês anterior. A dos que a avaliam como ruim totalizou 12,8%.
. Para calcular o ICS, a Fundação Getulio Vargas consultou 2.659 empresas.
A responsabilidade cidadã no processo político
Kandinsky
Aprender política para mudar a nossa sociedadeMonicky Araújo
Política. Uma questão complicada de se entender e, muitas vezes, de participar nessa nossa democracia. Que age sozinha, nos levando com ela apenas nos momentos estritamente obrigatórios, como a hora do voto. ‘Esquecendo’ que as decisões governamentais devem ser pautadas e, sobretudo, apoiadas pela população. Além de terem como meta o nosso bem-estar.
Os candidatos ao governo infantilizam o cidadão ao transformar o momento eleitoral em festa, “pão e circo”. Levando às praças (comícios) os eleitores para que possam falar mal dos adversários e deixam de lado a construção de um projeto amplo e de um debate de idéias edificantes de um lugar melhor para viver.
Em meio a tantos escândalos o cidadão é ‘obrigado’ a desconfiar de tudo e de todos, principalmente dos senhores políticos e, mesmo que existam aqueles honestos e trabalhadores, como acreditar se deputados corruptos são absolvidos em votações secretas? Se os jornais só nos mostram violência, exclusão e descaso social, além de muita farra com dinheiro público e falcatruas até na hora de construir um novo partido político.
Há quem culpe os políticos, mas estes homens que nos representam só estão lá porque votamos neles. Se escolhermos os realmente bons no lugar dos mais eloqüentes e deixarmos de usar o ridículo argumento de que não tinha ninguém melhor. Poderemos mudar a nossa sociedade, por é CLARO que sempre HÁ alguém melhor que um corrupto. Principalmente, aprendamos a não jogar fora a nossa liberdade ao vender o voto, por uma dentadura, um saco de cimento, uma cadeira de rodas ou alguns montantes de reais.
Outros culpam os meios de comunicação por “adotar” um personagem e torná-lo ídolo, mito. Mas também somos nós que escolhemos a informação que iremos receber, sempre podemos mudar o canal da TV, do rádio, ler outro jornal, pedir menos espetáculo e mais realidade. Assistir menos reality shows e mais programas educativos. Um bom exemplo? Documentários das TVs Câmara e Senado.
Poderíamos culpar a nossa pouca educação, argumento plausível. Passamos por um longo período de ditadura, nossas escolas ainda não são tão bem preparadas para educar a juventude sobre a sua importância na construção de uma sociedade, do seu papel na coletividade. São poucos os professores que cumprem o seu papel de, pelo menos estar presente na sala de aula (sabemos que os salários são indecentes, mas que tal fazer a parte de vocês para poderem cobrar. A ética não saiu da moda). Mas, ao invés de fiscalizar e buscar melhorias, nos jogamos ao ostracismo. Esquecemos que só nós podemos agir e mudar a nossa realidade.
No próximo ano, oficialmente, começa o período eleitoral onde, algumas dezenas de pessoas, vão se tornar os nossos amigos mais próximos em busca de nosso voto. Nossa ajuda para elegê-los, então está mais do que na hora de analisar FRIAMENTE cada um dos nossos representantes, procurar o seu trabalho, saber se eles devem continuar ou será melhor deixar o lugar vago para que alguém realmente competente ocupe.
Deveremos analisar o curriculum, as propostas, a veracidade das afirmações e do caráter daqueles que propõem nos representar. Esqueçamos os rostinhos bonitos e vazios. A nossa proposta deverá ser a de crescimento saudável e sustentável. Esqueçamos o grande espetáculo que é o momento eleitoral e adotemos o debate de ideias, para que nosso país deixe de ser uma aposta para o futuro e se torne a escolha do PRESENTE!
Busquemos respaldo no meio social em que vivemos. Analise a situação da rua onde você mora. Falta segurança? Cobre proteção. Atente para o horário do carro do lixo para não sujar ainda mais a cidade. É um pequeno passo para a educação e desenvolvimento, que permitirá uma visão mais crítica da realidade.
Pequenos detalhes farão ver se o professor está na sala de aula. Se o conteúdo é passado com decência para o seu filho. Se este pequeno cidadão saberá escolher seus representantes e lutar por direitos básicos como educação, infraestrutura, saúde.
O debate político começa em casa. Desde a infância e torna a criança um cidadão consciente da sua participação e capaz de desenvolver um projeto duradouro e eficaz de desenvolvimento.
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