Marco Civil da Internet: nossa
deputada Luciana Santos sustenta, com razão, que a neutralidade da rede é um dos pontos fundamentais do projeto. Diante do monopólio
da mídia, garantir a liberdade da rede é fundamental para o direito à
expressão. O projeto em tramitação, segundo ela, pode por o Brasil como “vanguarda
no mundo, na medida em que estamos elaborando um marco civil que garante
direitos e deveres dos usuários e de todo um sistema de provedores e todos
aqueles que garantem a infraestrutura”. Vale acompanhar atentamente.
A construção coletiva das idéias é uma das mais fascinantes experiências humanas. Pressupõe um diálogo sincero, permanente, em cima dos fatos. Neste espaço, diariamente, compartilhamos com você nossa compreensão sobre as coisas da luta e da vida. Participe. Opine. [Artigos assinados expressam a opinião dos seus autores].
12 novembro 2013
Nova direção nacional
No Vermelho:
PCdoB divulga proposta de candidaturas ao novo Comitê Central
. Uma das principais tarefas do coletivo comunista que se reunirá no 13º Congresso do PCdoB (São Paulo, 14 a 16 de novembro) é a eleição do Comitê Central. Os Estatutos partidários estabelecem que o Congresso “é o órgão supremo de direção do Partido”, “a instância mais democrática de deliberação sobre a orientação partidária e eleição do Comitê Central”.
. Por seu turno, o Comitê Central é “o organismo dirigente máximo do Partido entre dois Congressos ordinários”. Com a Comissão Política Nacional e um complexo sistema de direção, que envolve secretarias e comissões auxiliares, o Comitê Central conduz os destinos do Partido e suas decisões são válidas para todo o coletivo.
. O Congresso elege os membros do Comitê Central com plena liberdade e responsabilidade. Os nomes propostos pelo Comitê Central cessante resultam de consultas feitas durante quatro meses junto às direções intermediárias, quadros e militantes. Mais de 500 nomes foram considerados antes de chegar à proposta que vai a discussão e votos durante o Congresso, que tem plenos poderes para modificá-la.
Leia mais http://migre.me/gBy0K
PCdoB divulga proposta de candidaturas ao novo Comitê Central
. Uma das principais tarefas do coletivo comunista que se reunirá no 13º Congresso do PCdoB (São Paulo, 14 a 16 de novembro) é a eleição do Comitê Central. Os Estatutos partidários estabelecem que o Congresso “é o órgão supremo de direção do Partido”, “a instância mais democrática de deliberação sobre a orientação partidária e eleição do Comitê Central”.
. Por seu turno, o Comitê Central é “o organismo dirigente máximo do Partido entre dois Congressos ordinários”. Com a Comissão Política Nacional e um complexo sistema de direção, que envolve secretarias e comissões auxiliares, o Comitê Central conduz os destinos do Partido e suas decisões são válidas para todo o coletivo.
. O Congresso elege os membros do Comitê Central com plena liberdade e responsabilidade. Os nomes propostos pelo Comitê Central cessante resultam de consultas feitas durante quatro meses junto às direções intermediárias, quadros e militantes. Mais de 500 nomes foram considerados antes de chegar à proposta que vai a discussão e votos durante o Congresso, que tem plenos poderes para modificá-la.
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Lágrimas
Renato
Janine Ribeiro, no Valor Econômico, destila suas antecipadas mágoas
pela inviabilidade política da candidatura de sua musa Marina.
Paixão
A terça-feira é de Carlos Drummond de Andrade: “ainda assim
te pergunto/e me queimando em teu seio,/me salvo e me dano: amor.”
Dilma reforça Unasul
Na visita ao Peru, em conversações com o
presidente Ollanta Humala, Dilma abordou a cooperação entre os dois países,
destacando a integração de cadeias produtivas, infraestrutura, políticas
sociais e questões regionais, com destaque para a Unasul (União de
Nações Sul-Americanas), que é formada pelos doze
países da
América do
Sul. Corretíssimo. Esta é uma das pedras
de toque da política externa brasileira, desde o primeiro governo Lula,
essencial para a afirmação da soberania nacional, o fomento do progresso e da
paz.
11 novembro 2013
Agenda positiva
Em seu giro pela Europa, EDUARDO CAMPOS comportou-se à altura de um postulante sério à presidência da República. Expôs seu ideário desenvolvimentista, a que associa o conceito de eficiência de gestão, manifestou preocupação com os indicadores econômicos atuais - mas fez uma diferenciação importante: no Brasil, temos problemas, porém uma agenda positiva; os países europeus, em crise, permanecem mergulhados numa agenda negativa.
A palavra de Jomard
BALADA
LITERÁRIA:
convergências & dissonâncias.
Jomard Muniz de Britto, jmb
Antes, desejo reconfortante de citações.
Agora podemos avaliar o citacionismo
enquanto morte da pós-modernidade.
Sem luto nem compaixões. Sem ilusões
das altas censuras monetárias.
Nosso século XXI continua mais do que
abalado com o era o dito.
Erudição que pode ser desdita e talvez
maldita por bandido intelectualismo.
Ou cognitiva precariedade.
Toda vez que a citação se torna e retorna
argumento de autoridade,
instituição inabalável decaindo sobre nós.
Todos incuráveis da contemporaneidade.
Por isso a carência de baladas pelos
entrelugares da leitura em interpretações
compartilhadas. Convergindo e divergindo.
Redes sociais entre mediações do ver,
pensar, discutir, experimentar discursos
e outras retóricas do sim ao não.
Tentar jogar economias criativas no fluxo
das economias malcriadas, insubordinadas.
O que nunca foi nem será facilitador.
Situar algo de panfletário nas redes
atentando para as grafitagens ao redor.
Talvez o movimento RECIFUSION seja o que
resiste de EX-PERI-MENTAL no Recife
transtornando-se em Sampa TRANSbaladas.
O que restou do perspectivismo indigenista?
Muros citadinos transbordando linguagens:
impressionistas, expressionistas, bossas
poderosas, concretudes, hipertropicalismos...
Do infinito jamais definitivo de outro
escrevivendo ao infinitozinho dos signos.
Do vampirismo vampirizado pelo impróprio
talento ao “vandalismo” desafiando
corrupções generalistas.
LAERTE não mudou o nome, mas conseguiu
abalar nossas convicções em louvor dos
horizontes da pansexualidade.
Empatia, simpatia relacional, na BALADA
dos distanciamentos linguageiros...
SALVE-SE QUEM SOUBER ABALAR-SE.
convergências & dissonâncias.
Jomard Muniz de Britto, jmb
Antes, desejo reconfortante de citações.
Agora podemos avaliar o citacionismo
enquanto morte da pós-modernidade.
Sem luto nem compaixões. Sem ilusões
das altas censuras monetárias.
Nosso século XXI continua mais do que
abalado com o era o dito.
Erudição que pode ser desdita e talvez
maldita por bandido intelectualismo.
Ou cognitiva precariedade.
Toda vez que a citação se torna e retorna
argumento de autoridade,
instituição inabalável decaindo sobre nós.
Todos incuráveis da contemporaneidade.
Por isso a carência de baladas pelos
entrelugares da leitura em interpretações
compartilhadas. Convergindo e divergindo.
Redes sociais entre mediações do ver,
pensar, discutir, experimentar discursos
e outras retóricas do sim ao não.
Tentar jogar economias criativas no fluxo
das economias malcriadas, insubordinadas.
O que nunca foi nem será facilitador.
Situar algo de panfletário nas redes
atentando para as grafitagens ao redor.
Talvez o movimento RECIFUSION seja o que
resiste de EX-PERI-MENTAL no Recife
transtornando-se em Sampa TRANSbaladas.
O que restou do perspectivismo indigenista?
Muros citadinos transbordando linguagens:
impressionistas, expressionistas, bossas
poderosas, concretudes, hipertropicalismos...
Do infinito jamais definitivo de outro
escrevivendo ao infinitozinho dos signos.
Do vampirismo vampirizado pelo impróprio
talento ao “vandalismo” desafiando
corrupções generalistas.
LAERTE não mudou o nome, mas conseguiu
abalar nossas convicções em louvor dos
horizontes da pansexualidade.
Empatia, simpatia relacional, na BALADA
dos distanciamentos linguageiros...
SALVE-SE QUEM SOUBER ABALAR-SE.
Recife, novembro/2013
atentadospoeticos@yahoo.com.br
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